Grupos fascistas e de extrema-direita invadiram o campus Darcy Ribeiro no dia 10 de março para gravar e divulgar um vídeo difamatório, espalhando desinformação, destruindo materiais estudantis e causando pânico na comunidade acadêmica. Dias depois, na sexta-feira, 14, esses mesmos grupos voltaram à UnB e depredaram patrimônio estudantil, cumprindo as ameaças que já haviam feito […]
Reflexão sobre a violência policial no Rio e seu impacto na juventude, destacando a necessidade de romper com a lógica de servidão e violência nas periferias.
Na mesma semana em que as escolas do município do Rio de Janeiro são obrigadas a cancelar aulas por falta de ambientes climatizados e em que a classe trabalhadora enfrenta ônibus sem ar condicionado em temperaturas extremas, Eduardo Paes anuncia a proposta de lei de criação da Guarda Municipal Armada.
A União da Juventude Comunista (UJC) manifesta solidariedade à Connolly Youth Movement (CYM) e à luta pela ocupação Connolly Barracks, na Irlanda, que transforma um prédio abandonado em espaço de moradia e organização militante. A ocupação enfrenta ameaças e tentativas violentas de despejo, evidenciando o caráter exploratório da propriedade privada no capitalismo, que mantém imóveis vazios para especulação enquanto milhares vivem sem moradia digna. A UJC reforça que a luta por habitação não é apenas contra despejos, mas contra um sistema que prioriza o lucro sobre a vida. Ocupação, resistência e luta coletiva são o caminho para garantir o direito à moradia da classe trabalhadora.
A proposta da chamada "Lei Anti-Oruam" intensifica a repressão à cultura das periferias, mirando o funk e outras expressões populares. A União da Juventude Comunista (UJC) e o Partido Comunista Brasileiro (PCB) denunciam essa perseguição e defendem o direito à arte e à cultura da classe trabalhadora.
A guarda patrimonial da UFJF tem sido alvo de denúncias por agressões, racismo e abordagens violentas, especialmente contra estudantes negros. Denunciamos a militarização do campus, a defesa de interesses comerciais em detrimento dos direitos estudantis e convocamos a comunidade acadêmica a se mobilizar por uma universidade livre da repressão.
O Novo Ensino Médio tem sido alvo de críticas e mobilizações estudantis devido à sua estrutura excludente e ao esvaziamento curricular. Nesta nota, analisamos os impactos desse modelo na educação pública, seus vínculos com a mercantilização do ensino e a necessidade de uma luta organizada por uma escola verdadeiramente democrática, universal e voltada para as necessidades da classe trabalhadora. É hora de retomar as mobilizações e construir um novo projeto de educação!
Uma das principais instâncias deliberativas da União Nacional dos Estudantes (UNE), o 16º Conselho Nacional de Entidades de Base (CONEB) será um momento crucial para a reorganização do movimento estudantil brasileiro. Após anos de ataques neoliberais à educação e à organização dos estudantes, o CONEB retorna como um espaço essencial para debater os rumos da universidade e fortalecer a luta por uma educação pública, gratuita e popular. Diante do avanço da extrema-direita e da submissão do governo Lula ao neoliberalismo, a UJC apresenta suas teses para a construção de um movimento estudantil combativo, classista e independente, capaz de enfrentar a privatização do ensino e a precarização das universidades, apontando para a necessidade de um projeto de Universidade Popular.