No dia 25 de julho, ocorreu o I Encontro de Assistência Estudantil por uma Universidade Popular no Acre. A atividade debateu o financiamento da permanência estudantil, a situação do Restaurante Universitário da UFAC, a Tarifa Zero, a ampliação das bolsas e das políticas de cotas e a democratização da universidade. Como síntese dos debates, foi elaborado um manifesto com as principais bandeiras de luta do encontro.
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No dia 22 de julho de 2026, um bebê veio a óbito depois de ficar 6 minutos com a cabeça presa entre uma barra de ferro e um espelho, em uma creche conveniada no Brás, em São Paulo. Abdoulaye Dieng, de apenas 1 ano e 4 meses, era filho de imigrantes senegaleses e frequentava o […]
Na manhã do dia 13 de julho, diversos estudantes foram agredidos pela Polícia Militar e por forças de segurança institucional em frente à Prefeitura de Rio Branco, capital do Acre, enquanto se manifestavam pelo retorno do transporte público à Universidade Federal do Acre (UFAC), que se encontra totalmente paralisado.
Após uma reunião do CEB marcada por atraso, mudança repentina de pauta e ausência de divulgação prévia, foi definida a Comissão Eleitoral do DCE da UFES em 2026 de forma pouco transparente e sem garantir a devida representatividade política do movimento estudantil. Diante desse cenário, convocamos todos e todas a se somarem na construção de uma Assembleia Geral para rediscutir sua composição e assegurar um processo eleitoral verdadeiramente democrático.
A crise da Universidade do Estado do Rio de Janeiro é resultado de anos de sucateamento, cortes e descumprimento de acordos pelo governo estadual, em meio a contradições como gastos elevados em segurança e escândalos políticos. A greve expressa a unidade entre estudantes, técnicos e docentes diante da precarização generalizada, articulando a luta por salários, permanência estudantil, orçamento e direitos como parte de um mesmo enfrentamento em defesa da universidade pública.
Em meio ao avanço das privatizações no setor de saneamento, a demissão em massa de trabalhadores da empresa pública Águas e Esgotos do Piauí (AGESPISA) expõe os impactos sociais e políticos da entrega de serviços essenciais à iniciativa privada. A medida, realizada pelo governo estadual, levanta questionamentos sobre violações de direitos trabalhistas, perseguição sindical e desrespeito a decisões judiciais. Diante desse cenário, intensifica-se a denúncia contra o processo de privatização do saneamento no estado e a defesa da reestatização dos serviços, com o objetivo de assegurar acesso universal à água, tarifas justas e respeito aos trabalhadores.
No dia 27 de fevereiro de 2026, um Grupo de Trabalho apresentou ao Conselho Departamental do Centro Tecnológico da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) um relatório propondo a criação de novos cursos de graduação, com destaque para a ampliação de vagas no período noturno. A medida poderia representar um avanço na democratização do acesso à universidade. No entanto, as premissas que orientam a proposta, baseadas sobretudo no atendimento às demandas do mercado, levantam preocupações sobre precarização do trabalho, fragilização da formação universitária e ausência de políticas efetivas de permanência para a classe trabalhadora.
A realização da COP30 em Belém evidencia o interesse do capital internacional sobre a Amazônia e as contradições entre o discurso da sustentabilidade e a permanência de um modelo de exploração que aprofunda desigualdades sociais e impactos ambientais na região. Em meio à vitrine internacional construída em torno da floresta, persistem problemas estruturais no Pará, enquanto povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais reafirmam, por meio da mobilização popular, seu protagonismo na defesa do território e do futuro da Amazônia.
A reconstrução da UJC no Pará representa um passo fundamental para reorganizar a juventude trabalhadora diante dos desafios sociais, ambientais e políticos que marcam a realidade amazônica. Em um estado profundamente impactado pela exploração capitalista de seus recursos naturais e pelo agravamento das desigualdades sociais, torna-se urgente fortalecer uma juventude crítica, organizada e comprometida com a transformação revolucionária da sociedade. É nesse sentido que apresentamos esta nota de reconstrução da UJC no Pará, reafirmando o papel da juventude na luta por justiça social, soberania popular e pela defesa dos povos e da Amazônia.