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Solidariedade ao movimento estudantil do Acre

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Na manhã do dia 13 de julho, diversos estudantes foram agredidos pela Polícia Militar e por forças de segurança institucional em frente à Prefeitura de Rio Branco, capital do Acre, enquanto se manifestavam pelo retorno do transporte público à Universidade Federal do Acre (UFAC), que se encontra totalmente paralisado.

Soberania alimentar é permanência: o PASES e os Restaurantes Universitários

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A alimentação é uma condição fundamental para que os filhos e as filhas da classe trabalhadora permaneçam nas universidades. Mas quem produz os alimentos, quem prepara as refeições e quem controla os Restaurantes Universitários? Diante dos limites do Programa de Alimentação Saudável na Educação Superior (PASES) e do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), apontamos por que não basta trocar a empresa terceirizada: é preciso superar um modelo que transforma o direito à alimentação em fonte de lucro.

Os jovens comunistas e as eleições

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Diante de uma conjuntura marcada pelo avanço da extrema-direita, pela ofensiva neoliberal contra os direitos da classe trabalhadora e pelas ameaças à soberania nacional, reafirmamos a necessidade de organização da juventude na luta por educação, trabalho digno e direitos fundamentais. Em meio à disputa de projetos para o Brasil, cabe aos jovens assumir seu papel na construção de uma alternativa política comprometida com os interesses populares e com a emancipação da classe trabalhadora.

Manifesto por uma Universidade Popular para o 72º CONEG da UNE

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O debate para o 72º Conselho Nacional de Entidades Gerais (CONEG) deve ser pautado a partir da conjuntura acirrada que o Brasil enfrenta, como o avanço da extrema-direita, a interferência direta do imperialismo estadunidense em território nacional, bem como a exploração de terras raras, retirando a soberania nacional. Essa lógica se alinha ao desmonte das […]

Boletim Juventude – Edição nº 02/2026 – Pelo fim da escala 6×1

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A luta pela redução da carga horária de trabalho sem redução salarial tem ganhado reverberação e apelo popular. Nacionalizada em 2022, durante um programa de TV da campanha eleitoral à presidência, a então candidata do PCB, Sofia Manzano, trouxe à tona o debate pelas 30 horas semanais como lei. Em 2023, essa campanha chega às massas com um debate simples e objetivo: “minha vida gira em torno do trabalho!”. Nessa lógica, cerca de 49 milhões de brasileiros, segundo o IBGE, vivem essa realidade: trabalham, em média, 44 horas semanais, em regime de escala 6×1, com um salário mínimo de R$ 1.621,00 por mês.

Raúl é herói! Criminoso é o governo que invade, sequestra, mata e bombardeia ao redor do globo

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Tal como ocorreu na Venezuela, os agentes do imperialismo em Washington buscam agora uma "decapitação" da Revolução Cubana, mirando seus dirigentes atuais e históricos na busca de um fato político que "justifique" uma intervenção direta.

Solidariedade aos estudantes da USP! Todo apoio à greve!

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A União da Juventude Comunista manifesta sua total solidariedade aos estudantes da USP em greve por permanência estudantil, moradia digna e melhores condições de estudo e trabalho nas universidades públicas paulistas, e denuncia a violência e a repressão policial contra os estudantes mobilizados. A ocupação da reitoria expressa a revolta legítima de uma juventude que enfrenta o sucateamento da universidade pública, a precarização da assistência estudantil e o abandono das condições de permanência.

Cuba não se rende! Solidariedade ao povo cubano ante a escalada agressiva dos EUA

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A escalada recente das ameaças dos Estados Unidos contra Cuba, combinada com o endurecimento do bloqueio, recoloca no centro da conjuntura latino-americana a ofensiva imperialista e seus objetivos históricos de recolonização. Em meio à crise da hegemonia estadunidense, intensificam-se as pressões militares, econômicas e políticas contra povos que resistem. Diante desse cenário, impõe-se a necessidade de compreender o papel de Cuba como símbolo de soberania e as tarefas urgentes de solidariedade internacionalista frente às novas agressões.

A ascensão do velho e o recuo do novo: que faz a juventude?

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Da crise do imperialismo à escalada de guerras e à reorganização da extrema-direita no Brasil, estão em jogo processos que ajudam a explicar a precarização da vida, os ataques a direitos e a fragmentação das lutas. Compreender essas conexões é fundamental para situar o papel da juventude e da classe trabalhadora e apontar quais tarefas se colocam no período.