A União da Juventude Comunista (UJC) e o Movimento por uma Escola Popular (MEP) no Espírito Santo vêm, por meio desta nota, denunciar um ato de racismo e intolerância religiosa ocorrido na Escola Estadual de Ensino Médio “Maria Ortiz”, bem como a exposição de uma camarada do MEP por políticos bolsonaristas capixabas.
As eleições municipais de 2024 evidenciam o avanço da direita e extrema-direita, com destaque para o predomínio desses grupos no executivo e legislativo das capitais, enquanto a esquerda sofre um declínio preocupante. Partidos como o PT e o PSOL enfrentam dificuldades para reverter sua perda de influência, enquanto estratégias populistas fortalecem a direita. O aumento da abstenção reflete o descontentamento popular com as limitações da democracia burguesa, e a ausência de um projeto classista e combativo enfraquece a mobilização das massas. Frente a esse cenário, propomos a necessidade urgente de reorganizar a classe trabalhadora e retomar a luta por um futuro socialista.
A juventude negra na Bahia enfrenta múltiplos desafios causados pela desigualdade estrutural do capitalismo, marcada por altas taxas de violência, desemprego e evasão escolar. O cenário reflete um ciclo de exclusão agravado por desmontes na educação pública, austeridade econômica e repressão policial, que perpetuam o racismo e a exploração do capital. Com pouca assistência estatal, jovens são empurrados para o trabalho precário, o exército industrial de reserva ou a marginalização. Enquanto a religião e o consumo oferecem alívio temporário, políticas neoliberais mantêm a exploração e limitam perspectivas de ascensão social.
No dia 11 de novembro, o presente texto se incube de uma tarefa monumental: homenagear os 88 anos de um gigantismo militante, intelectual e histórico que facilmente mereceria sua própria biografia – Theotônio dos Santos.
Confira o boletim especial de novembro do Jornal O Poder Popular, que aborda a urgente luta pelo fim da escala de trabalho 6×1 e pela redução da jornada máxima para 30 horas semanais sem diminuição salarial. Esta edição destaca a importância de organizarmos e intensificarmos a mobilização nas ruas, fortalecendo a resistência contra a exploração […]
Mesmo com o resultado da eleição já definido, muitas perguntas se abrem: até quando os EUA permitirão que a China se entranhe na América Latina sem uma escalada ainda maior de violência? O que, dentro desse conflito, diz respeito à classe trabalhadora latino-americana, e como a continuidade ou mudança na presidência dos EUA impacta essa relação? Quais “bandeiras” da burguesia americana avançarão e de que forma? Veremos mais armas americanas matando nossos jovens negros, mais espiões da embaixada americana atacando nossas estatais e mais subserviência do Exército Brasileiro aos seus interesses?
Relatório do Atlas da Violência 2024 revela aumento de mortes violentas, impactando jovens, especialmente negros e periféricos, com forte repressão policial e desigualdade estrutural.
Governo de SP privatiza escolas públicas, entregando a gestão à iniciativa privada. Apeoesp contesta o projeto, alertando para riscos à educação pública e gratuita.