Xerém vem passando por constantes crimes ambientais que atendem os interesses da burguesia imobiliária. Diversas áreas são desmatadas de maneira um tanto quanto suspeitas. A população organizada pela Associação de Moradores de Xerém se manifesta contra esses crimes e a UJC reafirma o compromisso com a luta anticapitalista e ambiental.
Após 10 anos do crime-rompimento, as empresas responsáveis pela morte direta de 20 pessoas e pela destruição de inúmeros ecossistemas, territórios e culturas seguem impunes. Ao mesmo tempo, as populações atingidas continuam sem ter suas necessidades plenamente atendidas, diante de medidas de reparação ineficientes e promessas que não respondem de forma efetiva às demandas das e dos atingidos.
Mãe cria, Estado mata: por um 20 de novembro antirracista e combativo No dia 20 de novembro, é celebrado no Brasil o Dia Nacional da Consciência Negra. Data instituída em 2011 e transformada em feriado nacional em 2023, remete ao dia em que foi morto o líder do Quilombo dos Palmares, Zumbi, no ano de […]
Durante décadas, a República Popular Democrática da Coreia tem sido alvo de uma intensa campanha de difamação conduzida pela mídia e pelos governos capitalistas, especialmente os Estados Unidos. Por trás das manchetes sensacionalistas e das caricaturas preconceituosas, esconde-se uma realidade muito diferente: a de um povo orgulhoso, independente e guiado por uma ideologia socialista sólida, que construiu sua nação com base na autossuficiência, na disciplina e na fidelidade aos ideais de Marx, Lênin e Kim Il Sung.
No dia 5 de maio deste ano, a Constituição Federal de 1988 completou seus 37 anos. Nessa data, nos compete pensar se a norma que marcou o retorno à democracia e o fim da terrível ditadura militar conseguiu testemunhar a concretização dos seus mandamentos nessas quase quatro décadas, ou se a sociedade brasileira permanece mais ligada ao passado autoritário.
As recentes operações policiais no Rio de Janeiro e no Mato Grosso do Sul escancaram o verdadeiro papel da PM: reprimir o povo pobre, negro e indígena para proteger os interesses da burguesia e do agronegócio. Longe de garantir segurança, a militarização produz terror e morte nas periferias e no campo. Neste artigo, analisamos as raízes históricas dessa instituição – herdeira direta da repressão colonial – e defendemos uma segurança pública sob controle popular, civil e voltada à justiça social.
A maior chacina do estado do Rio de Janeiro é mais uma vez operada pela Polícia Militar do fascista Cláudio Castro (PL), com início das operações em plena terça-feira no Complexo do Alemão e no Complexo da Penha. A "megaoperação" segue o conhecido padrão de intervenção nas favelas que assassina o povo negro e pobre, mas é sobretudo uma jogada pré-eleitoral que faz parte da campanha da extrema-direita, da família Bolsonaro a Eduardo Paes, que reforçam a narrativa intervencionista para o combate ao "narcoterrorismo" encabeçada pelo imperialismo estadunidente.
No dia 21 de outubro estudantes, técnicos e professores, vão às urnas manifestar sua posição na Consulta à Comunidade Universitária destinada a subsidiar o Colégio Eleitoral na elaboração da lista tríplice orientadora da escolha do Reitor e da Vice-Reitora da UFMG. Nesta consulta, a tão defendida paridade dos votos nas eleições para a Reitoria e […]
Esse texto é parte de um projeto de análise da juventude baiana, mas que faz parte de uma leitura macro da juventude brasileira. A parte dois deste texto vem para fazer um corte mais específico, que foi tangenciado no texto “Perfil da Juventude Baiana”, publicado há quase um ano atrás. Nesse sentido, quando o primeiro texto foi desenhado, surgiu uma atenção mais específica à questão da violência urbana e policial e a juventude baiana, e com isso este texto nasce.