Por que somos contra o vestibular?

CN UJC
O vestibular costuma ser apresentado como um mecanismo neutro de seleção baseado no mérito individual. No entanto, sua origem histórica e seus efeitos concretos revelam outra realidade: trata-se de um instrumento que organiza a competição entre estudantes para manter o acesso ao ensino superior restrito a poucos. Compreender como surgiu esse modelo ajuda a explicar por que defendemos seu fim e a construção de uma Universidade Popular, com acesso universal e sem a lógica excludente da competição eliminatória.

Repúdio à Repressão Policial na UERJ

Lei do Grêmio Livre: uma conquista da luta estudantil

Equipe de Redação da UJC
A Lei do Grêmio Livre (Lei nº 7.398/1985) garante aos estudantes o direito de organizar grêmios estudantis de forma autônoma, democrática e independente dentro das escolas. Conquista da luta da juventude após a ditadura militar, ela assegura que os estudantes possam se representar, debater seus direitos e participar ativamente da vida escolar. A livre organização estudantil é também um instrumento fundamental na luta por uma escola pública, popular, crítica e comprometida com a transformação social.

Teses da UJC e do MEP para o 5º Encontro Nacional de Grêmios: avançar a Escola Popular, rumo ao socialismo!

Solidariedade aos trabalhadores da AGESPISA

CN UJC
Em meio ao avanço das privatizações no setor de saneamento, a demissão em massa de trabalhadores da empresa pública Águas e Esgotos do Piauí (AGESPISA) expõe os impactos sociais e políticos da entrega de serviços essenciais à iniciativa privada. A medida, realizada pelo governo estadual, levanta questionamentos sobre violações de direitos trabalhistas, perseguição sindical e desrespeito a decisões judiciais. Diante desse cenário, intensifica-se a denúncia contra o processo de privatização do saneamento no estado e a defesa da reestatização dos serviços, com o objetivo de assegurar acesso universal à água, tarifas justas e respeito aos trabalhadores.

O aumento na temperatura e o não abastecimento de água nos bairros da Zona Oeste (RJ)

Expansão ou precarização? As contradições da proposta de novos cursos no Centro Tecnológico da UFES

CN UJC
No dia 27 de fevereiro de 2026, um Grupo de Trabalho apresentou ao Conselho Departamental do Centro Tecnológico da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) um relatório propondo a criação de novos cursos de graduação, com destaque para a ampliação de vagas no período noturno. A medida poderia representar um avanço na democratização do acesso à universidade. No entanto, as premissas que orientam a proposta, baseadas sobretudo no atendimento às demandas do mercado, levantam preocupações sobre precarização do trabalho, fragilização da formação universitária e ausência de políticas efetivas de permanência para a classe trabalhadora.

A Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) começa o primeiro semestre de 2017 com mais cortes.

A COP30 em Belém e os limites do “capitalismo verde”

CN UJC
A realização da COP30 em Belém evidencia o interesse do capital internacional sobre a Amazônia e as contradições entre o discurso da sustentabilidade e a permanência de um modelo de exploração que aprofunda desigualdades sociais e impactos ambientais na região. Em meio à vitrine internacional construída em torno da floresta, persistem problemas estruturais no Pará, enquanto povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais reafirmam, por meio da mobilização popular, seu protagonismo na defesa do território e do futuro da Amazônia.

Um País em Chamas e a Urgência da Revolução

Reorganização da UJC no Pará

CN UJC
A reconstrução da UJC no Pará representa um passo fundamental para reorganizar a juventude trabalhadora diante dos desafios sociais, ambientais e políticos que marcam a realidade amazônica. Em um estado profundamente impactado pela exploração capitalista de seus recursos naturais e pelo agravamento das desigualdades sociais, torna-se urgente fortalecer uma juventude crítica, organizada e comprometida com a transformação revolucionária da sociedade. É nesse sentido que apresentamos esta nota de reconstrução da UJC no Pará, reafirmando o papel da juventude na luta por justiça social, soberania popular e pela defesa dos povos e da Amazônia.

Cabanagem: movimento amazônico de resistência

Oriente Médio em chamas e manchado de sangue: esse é o plano de paz de Trump e Netanyahu

CN UJC
A cada nova ação tática do governo norte-americano, fica mais nítido sua verdadeira estratégia: dominar os recursos energéticos do mundo pintando-o de sangue. Com esse objetivo, têm uma histórica aliança com o Estado de Israel e seu projeto de colonização no Levante, em especial na Palestina histórica.

Não há orgulho no genocídio: nota do movimento LGBTQIA+ palestino Al-Qaws

Defender os rios é defender nosso futuro! A luta pela Amazônia continua

CN UJC
A revogação do Decreto n.º 12.600/2025, conquistada após a ocupação protagonizada por povos indígenas e comunidades ribeirinhas do Baixo e Médio Tapajós, representa uma importante vitória contra a privatização dos rios amazônicos. Mais do que um recuo pontual do governo, essa mobilização expressa uma resistência histórica em defesa dos territórios, das águas e dos modos de vida ameaçados pelo avanço do agronegócio e das grandes corporações. A luta no Tapajós revela que está em disputa não apenas uma questão ambiental, mas um projeto de país — entre a transformação da Amazônia em corredor logístico de exportação e a defesa da soberania popular, da justiça ambiental e do protagonismo dos povos originários.

Queimadas na Flona: Impactos e Soluções

O Parque Estadual do Biribiri corre perigo

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Localizado em Diamantina, no coração do Vale do Espinhaço, o Parque Estadual do Biribiri está sob ameaça de concessão à iniciativa privada pelo governo de Romeu Zema. A proposta, conduzida pelo Instituto Estadual de Florestas (IEF), prevê que áreas do parque sejam administradas por entidades privadas por até 30 anos, em um processo divulgado de forma limitada e com pouca participação popular. Diante da falta de transparência e dos obstáculos impostos à audiência pública — marcada em horário e local que dificultam o acesso dos trabalhadores — surgiu o movimento “O Biribiri é Nosso”, reunindo organizações e moradores de Diamantina para mobilizar a população em defesa desse patrimônio natural e histórico, reafirmando que o parque pertence ao povo e não deve ser privatizado.

O aumento na temperatura e o não abastecimento de água nos bairros da Zona Oeste (RJ)