Solidariedade aos trabalhadores da AGESPISA

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Em meio ao avanço das privatizações no setor de saneamento, a demissão em massa de trabalhadores da empresa pública Águas e Esgotos do Piauí (AGESPISA) expõe os impactos sociais e políticos da entrega de serviços essenciais à iniciativa privada. A medida, realizada pelo governo estadual, levanta questionamentos sobre violações de direitos trabalhistas, perseguição sindical e desrespeito a decisões judiciais. Diante desse cenário, intensifica-se a denúncia contra o processo de privatização do saneamento no estado e a defesa da reestatização dos serviços, com o objetivo de assegurar acesso universal à água, tarifas justas e respeito aos trabalhadores.

O aumento na temperatura e o não abastecimento de água nos bairros da Zona Oeste (RJ)

Expansão ou precarização? As contradições da proposta de novos cursos no Centro Tecnológico da UFES

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No dia 27 de fevereiro de 2026, um Grupo de Trabalho apresentou ao Conselho Departamental do Centro Tecnológico da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) um relatório propondo a criação de novos cursos de graduação, com destaque para a ampliação de vagas no período noturno. A medida poderia representar um avanço na democratização do acesso à universidade. No entanto, as premissas que orientam a proposta, baseadas sobretudo no atendimento às demandas do mercado, levantam preocupações sobre precarização do trabalho, fragilização da formação universitária e ausência de políticas efetivas de permanência para a classe trabalhadora.

Nota UJC-ES sobre a Ocupação da Reitoria da UFES

A COP30 em Belém e os limites do “capitalismo verde”

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A realização da COP30 em Belém evidencia o interesse do capital internacional sobre a Amazônia e as contradições entre o discurso da sustentabilidade e a permanência de um modelo de exploração que aprofunda desigualdades sociais e impactos ambientais na região. Em meio à vitrine internacional construída em torno da floresta, persistem problemas estruturais no Pará, enquanto povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais reafirmam, por meio da mobilização popular, seu protagonismo na defesa do território e do futuro da Amazônia.

Reorganização da UJC no Pará

Reorganização da UJC no Pará

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A reconstrução da UJC no Pará representa um passo fundamental para reorganizar a juventude trabalhadora diante dos desafios sociais, ambientais e políticos que marcam a realidade amazônica. Em um estado profundamente impactado pela exploração capitalista de seus recursos naturais e pelo agravamento das desigualdades sociais, torna-se urgente fortalecer uma juventude crítica, organizada e comprometida com a transformação revolucionária da sociedade. É nesse sentido que apresentamos esta nota de reconstrução da UJC no Pará, reafirmando o papel da juventude na luta por justiça social, soberania popular e pela defesa dos povos e da Amazônia.

Cabanagem: movimento amazônico de resistência

Oriente Médio em chamas e manchado de sangue: esse é o plano de paz de Trump e Netanyahu

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A cada nova ação tática do governo norte-americano, fica mais nítido sua verdadeira estratégia: dominar os recursos energéticos do mundo pintando-o de sangue. Com esse objetivo, têm uma histórica aliança com o Estado de Israel e seu projeto de colonização no Levante, em especial na Palestina histórica.

Qual o Significado das Eleições nos Estados Unidos?

Defender os rios é defender nosso futuro! A luta pela Amazônia continua

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A revogação do Decreto n.º 12.600/2025, conquistada após a ocupação protagonizada por povos indígenas e comunidades ribeirinhas do Baixo e Médio Tapajós, representa uma importante vitória contra a privatização dos rios amazônicos. Mais do que um recuo pontual do governo, essa mobilização expressa uma resistência histórica em defesa dos territórios, das águas e dos modos de vida ameaçados pelo avanço do agronegócio e das grandes corporações. A luta no Tapajós revela que está em disputa não apenas uma questão ambiental, mas um projeto de país — entre a transformação da Amazônia em corredor logístico de exportação e a defesa da soberania popular, da justiça ambiental e do protagonismo dos povos originários.

As lutas ambientais em um “Ceará 3x mais forte” frente à dependência do capitalismo brasileiro

O Parque Estadual do Biribiri corre perigo

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Localizado em Diamantina, no coração do Vale do Espinhaço, o Parque Estadual do Biribiri está sob ameaça de concessão à iniciativa privada pelo governo de Romeu Zema. A proposta, conduzida pelo Instituto Estadual de Florestas (IEF), prevê que áreas do parque sejam administradas por entidades privadas por até 30 anos, em um processo divulgado de forma limitada e com pouca participação popular. Diante da falta de transparência e dos obstáculos impostos à audiência pública — marcada em horário e local que dificultam o acesso dos trabalhadores — surgiu o movimento “O Biribiri é Nosso”, reunindo organizações e moradores de Diamantina para mobilizar a população em defesa desse patrimônio natural e histórico, reafirmando que o parque pertence ao povo e não deve ser privatizado.

Nota pública sobre o processo eleitoral na UEMG para o 60º CONUNE

Governo Lula, envie ajuda para Cuba! A luta por soberania é internacional!

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Nos marcos da ofensiva imperialista que ameaça toda a América Latina, hoje concentrada na asfixia de Cuba, a principal arma dos EUA tem sido a privação de alimentos, medicamentos e energia ao povo cubano. Diante das agressões que deixam a ilha sem acesso a suprimentos básicos, o governo federal avalia o envio de ajuda humanitária, como medicamentos e alimentos. No entanto, é preciso reconhecer que há mais a ser feito — e que podemos e devemos avançar além dessas medidas.

Massificar e Organizar as Lutas são as Únicas Formas de Resistir aos Ataques Contra a Juventude e a Classe Trabalhadora!

A escola é nossa! Ousar lutar por uma educação popular

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A escola que temos hoje atende aos interesses do mercado — não aos da juventude trabalhadora. Diante dos ataques à educação básica, é hora de ir além da resistência e disputar um novo projeto: a Escola Popular. No 46º CONUBES, é momento de apresentar propostas, fortalecer a organização e afirmar o papel do movimento secundarista na transformação da realidade das escolas.

Boletim da UJC – Edição nº 1/2026 – A escola é nossa!