Dois séculos após a declaração da Doutrina Monroe — a diretiva de política externa dos Estados Unidos que sistematizou a intervenção imperialista na América Latina como política de Estado — e vinte e um anos após a última invasão norte-americana nas Américas, no Haiti, em 2004, assistimos hoje a uma escalada agressiva sem precedentes contra a América do Sul. Pela primeira vez desde a virada do século, nosso continente tornou-se, novamente, o principal teatro de ação militar dos EUA. Diante desse cenário, reafirmamos a necessidade da unidade dos povos latino-americanos na luta anti-imperialista, pela soberania, pela paz e pela autodeterminação de nossas nações.
Notas Políticas
Por ocasião do 5º Encontro Nacional de Grêmios, nós da União da Juventude Comunista (UJC) e do Movimento por uma Escola Popular (MEP) apresentamos uma leitura crítica da conjuntura: do avanço da extrema-direita e das ofensivas imperialistas no mundo aos ataques à educação no Brasil, que atravessam o cotidiano das escolas e a vida dos estudantes. Defendemos a revogação do Novo Ensino Médio, a autonomia dos grêmios e a destinação de 10% do PIB para a educação como medidas imediatas para fortalecer a organização estudantil. Tudo isso se orienta por um horizonte estratégico maior: a construção de uma Escola Popular, democrática e a serviço da classe trabalhadora.
A maior chacina do estado do Rio de Janeiro é mais uma vez operada pela Polícia Militar do fascista Cláudio Castro (PL), com início das operações em plena terça-feira no Complexo do Alemão e no Complexo da Penha. A "megaoperação" segue o conhecido padrão de intervenção nas favelas que assassina o povo negro e pobre, mas é sobretudo uma jogada pré-eleitoral que faz parte da campanha da extrema-direita, da família Bolsonaro a Eduardo Paes, que reforçam a narrativa intervencionista para o combate ao "narcoterrorismo" encabeçada pelo imperialismo estadunidente.
É com muita alegria que anunciamos a abertura do X CONUJC, cumprindo a tarefa dada pelo IX Congresso de seguir na luta pelo Poder Popular.
UJC, 98 anos de história: da Batalha da Sé às lutas atuais por soberania, pelo poder popular e pelo socialismo no Brasil e no mundo.
Diante da pressão popular, a Justiça Federal suspendeu a resolução do CFM que atacava os direitos da população trans – mas a luta está longe do acabar. Reafirmamos: a revolução só será possível com a defesa intransigente da população trans, e não hesitamos em denunciar a transfobia que persiste até na esquerda. Avançar é preciso: nenhum passo atrás!
Um breve comentário da KJÖ e da UJC sobre o momento dos países e a necessidade do enfrentamento direto ao imperialismo.
A União da Juventude Comunista (UJC) e o Movimento por uma Universidade Popular (MUP) apresentam suas teses ao 60º Congresso da UNE (CONUNE) sob o lema “UNE Volante por uma Universidade Popular”, resgatando uma das tradições mais combativas do movimento estudantil: as caravanas que, nos anos 1960, percorreram o Brasil discutindo Reforma Universitária e fortalecendo […]
Em 2024, foi anunciada mais uma empreitada do governo do Distrito Federal: dessa vez, o dinheiro público será utilizado para a construção de uma usina termelétrica na região da Samambaia, gerando poluição, devastação ambiental e deslocamento da população local.