Movimentos sociais

Partindo do pressuposto de que as nossas frentes de atuação não estão isoladas, mas essencialmente interrelacionadas, faz-se necessário elucidar o caráter do nosso trabalho expresso pelo chamado Movimento de Bairros. Assim, procuramos definir o alcance da organização da juventude nos locais de moradia, as possibilidades de atuação que se apresentam na conjuntura atual, bem como nossos entendimentos acerca da inserção junto às bases e do estabelecimento de um local de atuação.
Radicalizar o debate sobre o território, a partir dos transportes, é lutar pela justiça social, onde o uso e a apropriação do espaço seja universalizado. Isso precisa ser feito, em primeiro lugar, através do Estado, enquanto se promovem instrumentos populares que garantem a continuidade desses avanços, na medida em que apenas a construção do Poder Popular promovem a verdadeira revolução no ordenamento territorial, retirando o caráter de mercado dos serviços e garantindo a sua verdadeira democratização.
Neste artigo, busco traçar a evolução das lutas negras no Brasil, desde a resistência quilombola e as insurreições armadas até a organização política do século XX, apontando as influências do racismo científico na repressão estatal. Analiso como as primeiras entidades, como a Frente Negra Brasileira, e o posterior Movimento Negro Unificado oscilaram entre discursos conservadores e a posterior absorção de teorias de esquerda e de conciliação.
Xerém vem passando por constantes crimes ambientais que atendem os interesses da burguesia imobiliária. Diversas áreas são desmatadas de maneira um tanto quanto suspeitas. A população organizada pela Associação de Moradores de Xerém se manifesta contra esses crimes e a UJC reafirma o compromisso com a luta anticapitalista e ambiental.
A Parada de Tel Aviv não representa progresso ou libertação queer – ela depende da violência colonial contra o povo palestino. O evento ocorre em Yaffa, uma cidade palestina, e em vilarejos vizinhos que sofreram limpeza étnica. Seu "sucesso" é construído sobre o apagamento de terras, vidas e vozes palestinas. Enquanto ONGs sionistas instrumentalizam a comunidade LGBTQIA+ para justificar o genocídio, reafirmamos: a política israelense é de opressão, não de liberdade.