Radicalizar o debate sobre o território, a partir dos transportes, é lutar pela justiça social, onde o uso e a apropriação do espaço seja universalizado. Isso precisa ser feito, em primeiro lugar, através do Estado, enquanto se promovem instrumentos populares que garantem a continuidade desses avanços, na medida em que apenas a construção do Poder Popular promovem a verdadeira revolução no ordenamento territorial, retirando o caráter de mercado dos serviços e garantindo a sua verdadeira democratização.
Movimentos sociais
Neste artigo, busco traçar a evolução das lutas negras no Brasil, desde a resistência quilombola e as insurreições armadas até a organização política do século XX, apontando as influências do racismo científico na repressão estatal. Analiso como as primeiras entidades, como a Frente Negra Brasileira, e o posterior Movimento Negro Unificado oscilaram entre discursos conservadores e a posterior absorção de teorias de esquerda e de conciliação.
Xerém vem passando por constantes crimes ambientais que atendem os interesses da burguesia imobiliária. Diversas áreas são desmatadas de maneira um tanto quanto suspeitas. A população organizada pela Associação de Moradores de Xerém se manifesta contra esses crimes e a UJC reafirma o compromisso com a luta anticapitalista e ambiental.
O Brasil segue enfrentando um déficit habitacional estrutural que atinge diretamente a classe trabalhadora. De acordo com os dados mais recentes da Fundação João Pinheiro (2022), o país tem um déficit de 5,8 milhões de moradias, ao mesmo tempo em que existem cerca de 6 milhões de imóveis vazios em áreas urbanas, segundo levantamento do […]
A Parada de Tel Aviv não representa progresso ou libertação queer – ela depende da violência colonial contra o povo palestino. O evento ocorre em Yaffa, uma cidade palestina, e em vilarejos vizinhos que sofreram limpeza étnica. Seu "sucesso" é construído sobre o apagamento de terras, vidas e vozes palestinas. Enquanto ONGs sionistas instrumentalizam a comunidade LGBTQIA+ para justificar o genocídio, reafirmamos: a política israelense é de opressão, não de liberdade.
Nosso orgulho não cabe em vitrines de marca: combater a mercantilização e o esvaziamento político do orgulho é resgatar o legado histórico do levante de junho de 1969!
Relatório do Atlas da Violência 2024 revela aumento de mortes violentas, impactando jovens, especialmente negros e periféricos, com forte repressão policial e desigualdade estrutural.
A soberania alimentar não se resume apenas a garantir comida na mesa, mas também a conquistar o controle sobre o sistema produtivo.
No dia 25 de junho de 2024, o Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para descriminalizar o porte da maconha para uso pessoal por 6 votos a 3. Na prática, o consumo pessoal da maconha deixa de ser crime penal e passa a ser considerado um ilícito administrativo, sujeito a penas mais brandas, como advertência […]