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Na manhã do dia 13 de julho, diversos estudantes foram agredidos pela Polícia Militar e por forças de segurança institucional em frente à Prefeitura de Rio Branco, capital do Acre, enquanto se manifestavam pelo retorno do transporte público à Universidade Federal do Acre (UFAC), que se encontra totalmente paralisado.
As recentes operações policiais no Rio de Janeiro e no Mato Grosso do Sul escancaram o verdadeiro papel da PM: reprimir o povo pobre, negro e indígena para proteger os interesses da burguesia e do agronegócio. Longe de garantir segurança, a militarização produz terror e morte nas periferias e no campo. Neste artigo, analisamos as raízes históricas dessa instituição – herdeira direta da repressão colonial – e defendemos uma segurança pública sob controle popular, civil e voltada à justiça social.
Nós, da União da Juventude Comunista (UJC), repudiamos a repressão policial na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), onde estudantes que lutavam por uma educação pública e contra os cortes no orçamento foram violentamente atacados. Ao invés de dialogar, a reitoria preferiu acionar a polícia, enquanto a mídia distorceu os fatos para criminalizar o movimento estudantil. Além disso, três estudantes e o deputado Glauber Braga foram presos de forma arbitrária. Seguimos firmes na defesa de uma universidade pública, acessível e comprometida com os direitos dos filhos da classe trabalhadora.
Foi aprovado ontem (21) na Assembleia Legislativa de São Paulo o projeto que cria o Programa Escolas Cívico-Militar (PL 9/2024), enviado ao parlamento pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e uma das principais bandeiras da extrema-direita. A sessão da militarização foi marcada pela violência da PM contra os manifestantes contrários, tratamento semelhante ao que ocorreu […]