Nesta edição de abril de 2026 do Boletim da UJC, debatemos como a crise do capitalismo aprofunda os ataques à educação pública, com privatização, precarização e militarização das escolas, tentando transformar o direito à educação em fonte de lucro e controle da juventude trabalhadora. Diante desse cenário, afirmamos que a escola não deve ser mercadoria: ela deve ser espaço de luta, organização e formação crítica. Contra o projeto da burguesia, levantamos a bandeira da Escola Popular e convocamos a juventude a se mobilizar, porque o nosso futuro não está à venda. A escola é nossa!
Em meio à crise estrutural do capitalismo, ao avanço da extrema-direita e à continuidade das políticas neoliberais na educação, a juventude trabalhadora enfrenta o aprofundamento do desmonte do ensino público, expresso no Novo Ensino Médio, na privatização e na precarização das condições de estudo. Ao mesmo tempo, a principal entidade secundarista do país se afasta da mobilização e se subordina à lógica da conciliação. Diante desse cenário, coloca-se uma questão decisiva: que tipo de UBES é necessária hoje? É urgente retomar a entidade pelas bases, com independência de classe, trabalho de base e combatividade, para enfrentar os ataques à educação e reorganizar a luta da juventude trabalhadora.
Por ocasião do 5º Encontro Nacional de Grêmios, nós da União da Juventude Comunista (UJC) e do Movimento por uma Escola Popular (MEP) apresentamos uma leitura crítica da conjuntura: do avanço da extrema-direita e das ofensivas imperialistas no mundo aos ataques à educação no Brasil, que atravessam o cotidiano das escolas e a vida dos estudantes. Defendemos a revogação do Novo Ensino Médio, a autonomia dos grêmios e a destinação de 10% do PIB para a educação como medidas imediatas para fortalecer a organização estudantil. Tudo isso se orienta por um horizonte estratégico maior: a construção de uma Escola Popular, democrática e a serviço da classe trabalhadora.
O Novo Ensino Médio tem sido alvo de críticas e mobilizações estudantis devido à sua estrutura excludente e ao esvaziamento curricular. Nesta nota, analisamos os impactos desse modelo na educação pública, seus vínculos com a mercantilização do ensino e a necessidade de uma luta organizada por uma escola verdadeiramente democrática, universal e voltada para as necessidades da classe trabalhadora. É hora de retomar as mobilizações e construir um novo projeto de educação!
Governo de SP privatiza escolas públicas, entregando a gestão à iniciativa privada. Apeoesp contesta o projeto, alertando para riscos à educação pública e gratuita.
Neste Dia do Estudante, nos deparamos com uma conjuntura crítica que exige firmeza e determinação na defesa da educação pública e na luta contra as políticas de austeridade fiscal e o avanço do fascismo. É nosso dever apontar o rebaixamento político promovido pelos setores governistas do movimento estudantil, que atualmente dirigem a UNE e a […]
No dia 3 de junho de 2024, a Assembleia Legislativa do Paraná aprovou, em regime de urgência, a Lei 22.06/2024, que institui o Programa Parceiro da Escola. Este programa tem como objetivo terceirizar a administração das escolas estaduais, sua privatização, entregando-as de bandeja à iniciativa privada. O programa não apenas delega a administração, mas também […]
Saiba dos desafios enfrentados pela UJC para superar a crise e reorganizar suas frentes, enquanto recupera a confiança nas direções e fortalece o papel revolucionário da juventude comunista.