Bíblia nas escolas em Vitória da Conquista: a instrumentalização ideológica da extrema-direita

CN UJC
No dia 4 de junho de 2025, foi aprovada em Vitória da Conquista, município localizado no interior da Bahia, o Projeto de Lei 56/2024, o qual dispõe a autorização do uso da bíblia no contexto escolar. Com apenas um voto contrário, a tramitação segue para sanção da prefeita Sheila Lemos (União Brasil).

Os BRICS fazem pouco frente ao maior evento dos nossos tempos

Pelo fim da agressão sionista contra o Irã! Chega de genocídio do povo palestino e de guerra na região!

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A Federação Mundial da Juventude Democrática (FMJD) condena duramente a escalada da agressão sionista contra o Irã, o genocídio em curso contra o povo palestino e a intensificação da guerra imperialista no Oriente Médio, responsabilizando Israel, Estados Unidos, União Europeia e aliados pela devastação na região.

As Organizações Internacionais Falham com o Povo Palestino

Todo apoio à greve dos professores de Salvador! Bruno Reis, pague o piso!

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A greve dos professores da Rede Municipal de ensino completa um mês, com mais de 10 mil profissionais da educação de 412 escolas de Salvador em luta! Suas principais reivindicações são a revogação da Lei Municipal nº 9.865/2025, o pagamento do piso salarial nacional, a reposição das perdas salariais e a melhoria das condições de […]

Sobre as Greves nas Universidades e Institutos Federais

Liberdade para os 12 presos políticos da Flotilha da Liberdade!

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O barco "Madleen", que levava ajuda humanitária para a Faixa de Gaza, foi atacado e interceptado por Israel em águas internacionais. A embarcação transportava 12 ativistas, incluindo figuras destacadas da luta internacionalista, além de suprimentos vitais para a população palestina. Utilizando drones armados e substâncias químicas, o Estado sionista comete mais um crime de guerra. Denunciamos o desaparecimento dos ativistas e exigimos ação imediata do governo brasileiro!

Perseguição na USP: Solidariedade aos que Lutam pela Palestina

A resposta para o assédio na universidade não é a omissão!

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O Movimento Universitário Popular declara solidariedade irrestrita à estudante assediada durante o evento INOVACRE, ressaltando que sua denúncia foi um ato de resistência contra a lógica misógina que impera em setores da entidade estudantil. O assédio cometido por membro do DCE, que chegou a oferecer cargo para silenciar a vítima, expõe práticas autoritárias e a necessidade de responsabilização.

O Movimento Estudantil e a Formação em Saúde: Lutas Necessárias