Espontaneidade e consciência revolucionária: o que fazer com o sindicato mais importante em Salvador?

Equipe de Redação da UJC
Com a degradação ideológica cada vez mais evidente no seio da organização proletária, uma janela oportunizada pela tímida, mas crescente acumulação política, coloca em questão o caráter dos Sindicatos no século XXI, sobretudo em Salvador, mas também a atuação comunista nesse processo.

Nota Política da UJC sobre a greve dos estudantes na UNIVASF

Movimento Negro e o Estado: entre a democracia e o 38, o que faz o negro?

Equipe de Redação da UJC
Neste artigo, busco traçar a evolução das lutas negras no Brasil, desde a resistência quilombola e as insurreições armadas até a organização política do século XX, apontando as influências do racismo científico na repressão estatal. Analiso como as primeiras entidades, como a Frente Negra Brasileira, e o posterior Movimento Negro Unificado oscilaram entre discursos conservadores e a posterior absorção de teorias de esquerda e de conciliação.

Vitória: Cotas na Faculdade de Direito da USP (SANFRAN)

Boletim Juventude – Edição nº 02/2026 – Pelo fim da escala 6×1

CN UJC
A luta pela redução da carga horária de trabalho sem redução salarial tem ganhado reverberação e apelo popular. Nacionalizada em 2022, durante um programa de TV da campanha eleitoral à presidência, a então candidata do PCB, Sofia Manzano, trouxe à tona o debate pelas 30 horas semanais como lei. Em 2023, essa campanha chega às massas com um debate simples e objetivo: “minha vida gira em torno do trabalho!”. Nessa lógica, cerca de 49 milhões de brasileiros, segundo o IBGE, vivem essa realidade: trabalham, em média, 44 horas semanais, em regime de escala 6×1, com um salário mínimo de R$ 1.621,00 por mês.

Declaração de solidariedade, da Federação Mundial da Juventude Democrática com a Revolução Cubana

Solidariedade aos estudantes da USP! Todo apoio à greve!

CN UJC
A União da Juventude Comunista manifesta sua total solidariedade aos estudantes da USP em greve por permanência estudantil, moradia digna e melhores condições de estudo e trabalho nas universidades públicas paulistas, e denuncia a violência e a repressão policial contra os estudantes mobilizados. A ocupação da reitoria expressa a revolta legítima de uma juventude que enfrenta o sucateamento da universidade pública, a precarização da assistência estudantil e o abandono das condições de permanência.

A Atual Situação do Restaurante Universitário da UFES

Provocações acerca do papel da extensão universitária hoje

Equipe de Redação da UJC
A extensão universitária tornou-se um dos principais terrenos de disputa dentro das universidades brasileiras. Longe de ser apenas uma atividade complementar, a extensão popular aponta para uma outra concepção de universidade: comprometida com as necessidades concretas do povo, articulada às lutas sociais e orientada pela transformação da realidade. Neste texto, instigamos os limites da extensão subordinada ao mercado e defendemos a extensão popular como eixo estruturante de uma universidade verdadeiramente pública, crítica e socialmente comprometida.

UEMG: quem conhece defende!

Cuba não se rende! Solidariedade ao povo cubano ante a escalada agressiva dos EUA

CN UJC
A escalada recente das ameaças dos Estados Unidos contra Cuba, combinada com o endurecimento do bloqueio, recoloca no centro da conjuntura latino-americana a ofensiva imperialista e seus objetivos históricos de recolonização. Em meio à crise da hegemonia estadunidense, intensificam-se as pressões militares, econômicas e políticas contra povos que resistem. Diante desse cenário, impõe-se a necessidade de compreender o papel de Cuba como símbolo de soberania e as tarefas urgentes de solidariedade internacionalista frente às novas agressões.

PARE a GUERRA contra o povo sírio

A ascensão do velho e o recuo do novo: que faz a juventude?

CN UJC
Da crise do imperialismo à escalada de guerras e à reorganização da extrema-direita no Brasil, estão em jogo processos que ajudam a explicar a precarização da vida, os ataques a direitos e a fragmentação das lutas. Compreender essas conexões é fundamental para situar o papel da juventude e da classe trabalhadora e apontar quais tarefas se colocam no período.

Graduação e militância