Solidariedade aos estudantes da USP! Todo apoio à greve!

CN UJC
A União da Juventude Comunista manifesta sua total solidariedade aos estudantes da USP em greve por permanência estudantil, moradia digna e melhores condições de estudo e trabalho nas universidades públicas paulistas, e denuncia a violência e a repressão policial contra os estudantes mobilizados. A ocupação da reitoria expressa a revolta legítima de uma juventude que enfrenta o sucateamento da universidade pública, a precarização da assistência estudantil e o abandono das condições de permanência.

Sobre o código disciplinar discente na UFJF

Provocações acerca do papel da extensão universitária hoje

Equipe de Redação da UJC
A extensão universitária tornou-se um dos principais terrenos de disputa dentro das universidades brasileiras. Longe de ser apenas uma atividade complementar, a extensão popular aponta para uma outra concepção de universidade: comprometida com as necessidades concretas do povo, articulada às lutas sociais e orientada pela transformação da realidade. Neste texto, instigamos os limites da extensão subordinada ao mercado e defendemos a extensão popular como eixo estruturante de uma universidade verdadeiramente pública, crítica e socialmente comprometida.

Sobre os vestibulares da FAPEC

Cuba não se rende! Solidariedade ao povo cubano ante a escalada agressiva dos EUA

CN UJC
A escalada recente das ameaças dos Estados Unidos contra Cuba, combinada com o endurecimento do bloqueio, recoloca no centro da conjuntura latino-americana a ofensiva imperialista e seus objetivos históricos de recolonização. Em meio à crise da hegemonia estadunidense, intensificam-se as pressões militares, econômicas e políticas contra povos que resistem. Diante desse cenário, impõe-se a necessidade de compreender o papel de Cuba como símbolo de soberania e as tarefas urgentes de solidariedade internacionalista frente às novas agressões.

PARE a GUERRA contra o povo sírio

A ascensão do velho e o recuo do novo: que faz a juventude?

CN UJC
Da crise do imperialismo à escalada de guerras e à reorganização da extrema-direita no Brasil, estão em jogo processos que ajudam a explicar a precarização da vida, os ataques a direitos e a fragmentação das lutas. Compreender essas conexões é fundamental para situar o papel da juventude e da classe trabalhadora e apontar quais tarefas se colocam no período.

Saudação à UJC de Cuba pelo seu 64º aniversário

Nenhuma opressão a mais, nenhuma luta a menos: unidade de classe contra a LGBTfobia!

Equipe de Redação da UJC
Em meio a debates que tentam separar a luta LGBTI+ da luta da classe trabalhadora, devemos confrontar essa divisão e expor suas contradições. Ao evidenciar como a LGBTfobia atua na manutenção das estruturas de exploração, defendemos que não há revolução possível sem o combate a todas as formas de opressão.

A revolução será trans, ou não será: nenhum passo atrás na defesa de pessoas trans!

Sobre a Comissão Eleitoral do DCE da UFES em 2026

CN UJC
Após uma reunião do CEB marcada por atraso, mudança repentina de pauta e ausência de divulgação prévia, foi definida a Comissão Eleitoral do DCE da UFES em 2026 de forma pouco transparente e sem garantir a devida representatividade política do movimento estudantil. Diante desse cenário, convocamos todos e todas a se somarem na construção de uma Assembleia Geral para rediscutir sua composição e assegurar um processo eleitoral verdadeiramente democrático.

Reconstruir a UFES rumo à Universidade Popular

Teses da UJC e do MEP para 46º CONUBES

CN UJC
A escola é nossa:Ousar lutar por uma educação popular! Conjuntura Frente ao recrudescimento da crise capitalista e ao declínio da hegemonia norte-americana, o avanço da extrema-direita em escala global não pode ser compreendido apenas como um fenômeno isolado ou meramente cultural. Ele é expressão política da crise estrutural do capitalismo em sua fase imperialista e […]

Um projeto de estado é reeleito a cada 4 anos

Boletim da UJC – Edição nº 1/2026 – A escola é nossa!

CN UJC
Nesta edição de abril de 2026 do Boletim da UJC, debatemos como a crise do capitalismo aprofunda os ataques à educação pública, com privatização, precarização e militarização das escolas, tentando transformar o direito à educação em fonte de lucro e controle da juventude trabalhadora. Diante desse cenário, afirmamos que a escola não deve ser mercadoria: ela deve ser espaço de luta, organização e formação crítica. Contra o projeto da burguesia, levantamos a bandeira da Escola Popular e convocamos a juventude a se mobilizar, porque o nosso futuro não está à venda. A escola é nossa!

Os problemas do Novo Marco Regulatório do EaD