Defender os rios é defender nosso futuro! A luta pela Amazônia continua

CN UJC
A revogação do Decreto n.º 12.600/2025, conquistada após a ocupação protagonizada por povos indígenas e comunidades ribeirinhas do Baixo e Médio Tapajós, representa uma importante vitória contra a privatização dos rios amazônicos. Mais do que um recuo pontual do governo, essa mobilização expressa uma resistência histórica em defesa dos territórios, das águas e dos modos de vida ameaçados pelo avanço do agronegócio e das grandes corporações. A luta no Tapajós revela que está em disputa não apenas uma questão ambiental, mas um projeto de país — entre a transformação da Amazônia em corredor logístico de exportação e a defesa da soberania popular, da justiça ambiental e do protagonismo dos povos originários.

Assistentes Sociais na luta contra o Covid-19

O Parque Estadual do Biribiri corre perigo

CN UJC
Localizado em Diamantina, no coração do Vale do Espinhaço, o Parque Estadual do Biribiri está sob ameaça de concessão à iniciativa privada pelo governo de Romeu Zema. A proposta, conduzida pelo Instituto Estadual de Florestas (IEF), prevê que áreas do parque sejam administradas por entidades privadas por até 30 anos, em um processo divulgado de forma limitada e com pouca participação popular. Diante da falta de transparência e dos obstáculos impostos à audiência pública — marcada em horário e local que dificultam o acesso dos trabalhadores — surgiu o movimento “O Biribiri é Nosso”, reunindo organizações e moradores de Diamantina para mobilizar a população em defesa desse patrimônio natural e histórico, reafirmando que o parque pertence ao povo e não deve ser privatizado.

UEMG: quem conhece defende!

Governo Lula, envie ajuda para Cuba! A luta por soberania é internacional!

CN UJC
Nos marcos da ofensiva imperialista que ameaça toda a América Latina, hoje concentrada na asfixia de Cuba, a principal arma dos EUA tem sido a privação de alimentos, medicamentos e energia ao povo cubano. Diante das agressões que deixam a ilha sem acesso a suprimentos básicos, o governo federal avalia o envio de ajuda humanitária, como medicamentos e alimentos. No entanto, é preciso reconhecer que há mais a ser feito — e que podemos e devemos avançar além dessas medidas.

UJC reafirma sua Solidariedade ao Povo e à Revolução Cubana!

A escola é nossa! Ousar lutar por uma educação popular

CN UJC
A escola que temos hoje atende aos interesses do mercado — não aos da juventude trabalhadora. Diante dos ataques à educação básica, é hora de ir além da resistência e disputar um novo projeto: a Escola Popular. No 46º CONUBES, é momento de apresentar propostas, fortalecer a organização e afirmar o papel do movimento secundarista na transformação da realidade das escolas.

Chegou a Hora de Lutar: Não Vai Ter Corte!

Liberdade para Mohammed Khatib! Coordenador da Rede Samidoun na Europa é detido na Grécia

CN UJC
Governo grego, que tem intensificado cada vez mais as relações econômicas e militares com a ocupação sionista, declara a presença de Khatib "inadmissível" por motivos de "segurança nacional". Sobre a detenção, a Rede de Solidariedade com Prisioneiros Palestinos Samidoun declara que "esses ataques são parte integrante da cumplicidade imperialista e do envolvimento direto no genocídio"; e que os ataques à Samidoun são "parte da perseguição aos quase 10.000 palestinos presos em prisões da ocupação".

Comunicado da Federação Mundial das Juventudes Democráticas (FMJD) sobre elementos reacionários no XIX Festival Mundial das Juventudes e Estudantes (FMJE)

Basta de ataques racistas e islamofóbicos! Declarações contra os palestinos no Brasil se assemelham ao discurso supremacista da Ku Klux Klan

CN UJC
Declarações recentes e ações políticas no Brasil e no exterior vêm reforçando ataques racistas e islamofóbicos contra palestinos e seus apoiadores, além de tentar deslegitimar e criminalizar a solidariedade internacional. Em meio a esse cenário, ganha força a denúncia dessas posições, a exposição de seus vínculos com ideologias supremacistas e o chamado à organização e à defesa ativa das comunidades palestinas, de sua memória, cultura e luta por justiça.

Racismo, perseguição ao funk e a prisão de MC Poze

Em janeiro e no ano inteiro: organizar a luta pela emancipação das pessoas trans e travestis

CN UJC
Em meio ao cenário de violência extrema e exclusão que marca a vida da população trans e travesti, é preciso mais do que visibilidade simbólica: é preciso um compromisso radical com a transformação da realidade material. Para que o reconhecimento de janeiro não se esvazie em celebração desconectada da luta, é fundamental compreender os mecanismos concretos de opressão, os limites das políticas estatais e as alianças reacionárias que buscam barrar qualquer avanço. Este chamado parte de uma posição clara: a libertação só será possível pela organização coletiva e pela superação do sistema que perpetua todas as formas de violência.

Combater a agenda anti-trans do Conselho Federal de Medicina

Aumento da tarifa do transporte em São Paulo: mais caro pra nós, mais lucro pra eles

CN UJC
A realidade do transporte público em São Paulo revela, logo no início do ano, um padrão que sempre se repete: tarifas mais altas, serviços cada vez piores e o uso sistemático de recursos públicos para garantir os lucros das empresas do setor. Sob o discurso de “equilíbrio financeiro” e “gestão eficiente”, esconde-se um modelo que penaliza a classe trabalhadora e protege o capital privado, aprofundando a precarização do transporte e do cotidiano de milhões de pessoas. O transporte em São Paulo funciona como um grande mecanismo de transferência de dinheiro público para empresas privadas. Diante disso, coloca-se a necessidade de questionar esse modelo e afirmar a luta por um sistema estatal, gratuito e controlado pelo povo.

R$5,20 custa a vida de um trabalhador?

Cabanagem: movimento amazônico de resistência

Equipe de Redação da UJC
A Cabanagem foi uma das mais profundas revoltas populares do Brasil, expressando, durante o Período Regencial, a reação das camadas subalternas da Província do Grão-Pará contra a miséria, a exploração, a exclusão política e o domínio das elites imperiais, e deixando um legado de luta por justiça social e enfrentamento à ordem vigente.

UJC 97 – Em Memória de José Montenegro de Lima