A escalada recente das ameaças dos Estados Unidos contra Cuba, combinada com o endurecimento do bloqueio, recoloca no centro da conjuntura latino-americana a ofensiva imperialista e seus objetivos históricos de recolonização. Em meio à crise da hegemonia estadunidense, intensificam-se as pressões militares, econômicas e políticas contra povos que resistem. Diante desse cenário, impõe-se a necessidade de compreender o papel de Cuba como símbolo de soberania e as tarefas urgentes de solidariedade internacionalista frente às novas agressões.
Da crise do imperialismo à escalada de guerras e à reorganização da extrema-direita no Brasil, estão em jogo processos que ajudam a explicar a precarização da vida, os ataques a direitos e a fragmentação das lutas. Compreender essas conexões é fundamental para situar o papel da juventude e da classe trabalhadora e apontar quais tarefas se colocam no período.
Em meio a debates que tentam separar a luta LGBTI+ da luta da classe trabalhadora, devemos confrontar essa divisão e expor suas contradições. Ao evidenciar como a LGBTfobia atua na manutenção das estruturas de exploração, defendemos que não há revolução possível sem o combate a todas as formas de opressão.
Após uma reunião do CEB marcada por atraso, mudança repentina de pauta e ausência de divulgação prévia, foi definida a Comissão Eleitoral do DCE da UFES em 2026 de forma pouco transparente e sem garantir a devida representatividade política do movimento estudantil. Diante desse cenário, convocamos todos e todas a se somarem na construção de uma Assembleia Geral para rediscutir sua composição e assegurar um processo eleitoral verdadeiramente democrático.
A escola é nossa:Ousar lutar por uma educação popular! Conjuntura Frente ao recrudescimento da crise capitalista e ao declínio da hegemonia norte-americana, o avanço da extrema-direita em escala global não pode ser compreendido apenas como um fenômeno isolado ou meramente cultural. Ele é expressão política da crise estrutural do capitalismo em sua fase imperialista e […]
A UJC Brasil saúda a Unión de Jóvenes Comunistas de Cuba pelos seus 64 anos. Entendemos que a UJC cubana não é apenas uma organização juvenil irmã para nós, mas um exemplo: um exemplo de resiliência, um exemplo de compromisso revolucionário e um exemplo de solidariedade. Cuba nunca nos faltou com sua solidariedade, e nós também nunca faltaremos.
Nesta edição de abril de 2026 do Boletim da UJC, debatemos como a crise do capitalismo aprofunda os ataques à educação pública, com privatização, precarização e militarização das escolas, tentando transformar o direito à educação em fonte de lucro e controle da juventude trabalhadora. Diante desse cenário, afirmamos que a escola não deve ser mercadoria: ela deve ser espaço de luta, organização e formação crítica. Contra o projeto da burguesia, levantamos a bandeira da Escola Popular e convocamos a juventude a se mobilizar, porque o nosso futuro não está à venda. A escola é nossa!
Enquanto monopólios transformam o ensino em mercadoria e lucram bilhões com o endividamento da juventude trabalhadora, a universidade brasileira é capturada pela lógica do capital e esvaziada de seu papel emancipador. Diante desse sequestro, não basta resistir: é preciso organizar a luta coletiva para romper com a privatização, enfrentar a dominação ideológica e reconquistar a educação como direito público, gratuito e instrumento de transformação social.
A UJC Brasil expressa sua mais completa solidariedade e confiança à União da Juventude Democrática Libanesa (ULDY), cujo país está sendo mais uma vez atacado pelos agressores sionistas com o apoio dos imperialistas estadunidenses. Em meio à escalada de violência, reafirmamos o compromisso com o internacionalismo proletário e com a unidade concreta entre povos que enfrentam a mesma opressão — das periferias brasileiras ao sul do Líbano —, na certeza de que a resistência organizada das massas é capaz de derrotar a dominação imperialista. Onde um cai, muitos outros se levantam. Viva a solidariedade entre os povos!