Por que somos contra o vestibular?

CN UJC
O vestibular costuma ser apresentado como um mecanismo neutro de seleção baseado no mérito individual. No entanto, sua origem histórica e seus efeitos concretos revelam outra realidade: trata-se de um instrumento que organiza a competição entre estudantes para manter o acesso ao ensino superior restrito a poucos. Compreender como surgiu esse modelo ajuda a explicar por que defendemos seu fim e a construção de uma Universidade Popular, com acesso universal e sem a lógica excludente da competição eliminatória.

ESTUDANTES SÃO BARRADOS NA PROVA DO ENEM NA UFSC!

Lei do Grêmio Livre: uma conquista da luta estudantil

Equipe de Redação da UJC
A Lei do Grêmio Livre (Lei nº 7.398/1985) garante aos estudantes o direito de organizar grêmios estudantis de forma autônoma, democrática e independente dentro das escolas. Conquista da luta da juventude após a ditadura militar, ela assegura que os estudantes possam se representar, debater seus direitos e participar ativamente da vida escolar. A livre organização estudantil é também um instrumento fundamental na luta por uma escola pública, popular, crítica e comprometida com a transformação social.

O Projeto Fascista de Tarcísio para a Educação

A máscara do sagrado nas eleições de 2026

CN UJC
Às vésperas das eleições de 2026, o avanço da instrumentalização religiosa no debate político brasileiro revela uma estratégia cada vez mais evidente de manipulação ideológica. Símbolos e discursos da fé vêm sendo mobilizados para produzir pânico moral, desviar a atenção das questões materiais que afetam a classe trabalhadora e legitimar projetos de poder alinhados aos interesses da burguesia. Diante desse cenário, torna-se fundamental reafirmar o caráter laico do Estado e recolocar no centro do debate as demandas concretas da classe trabalhadora.

Nota pública sobre o processo eleitoral na UEMG para o 60º CONUNE

Solidariedade aos trabalhadores da AGESPISA

CN UJC
Em meio ao avanço das privatizações no setor de saneamento, a demissão em massa de trabalhadores da empresa pública Águas e Esgotos do Piauí (AGESPISA) expõe os impactos sociais e políticos da entrega de serviços essenciais à iniciativa privada. A medida, realizada pelo governo estadual, levanta questionamentos sobre violações de direitos trabalhistas, perseguição sindical e desrespeito a decisões judiciais. Diante desse cenário, intensifica-se a denúncia contra o processo de privatização do saneamento no estado e a defesa da reestatização dos serviços, com o objetivo de assegurar acesso universal à água, tarifas justas e respeito aos trabalhadores.

O Paraná como laboratório da privatização da educação pública

Expansão ou precarização? As contradições da proposta de novos cursos no Centro Tecnológico da UFES

CN UJC
No dia 27 de fevereiro de 2026, um Grupo de Trabalho apresentou ao Conselho Departamental do Centro Tecnológico da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) um relatório propondo a criação de novos cursos de graduação, com destaque para a ampliação de vagas no período noturno. A medida poderia representar um avanço na democratização do acesso à universidade. No entanto, as premissas que orientam a proposta, baseadas sobretudo no atendimento às demandas do mercado, levantam preocupações sobre precarização do trabalho, fragilização da formação universitária e ausência de políticas efetivas de permanência para a classe trabalhadora.

A Atual Situação do Restaurante Universitário da UFES

A COP30 em Belém e os limites do “capitalismo verde”

CN UJC
A realização da COP30 em Belém evidencia o interesse do capital internacional sobre a Amazônia e as contradições entre o discurso da sustentabilidade e a permanência de um modelo de exploração que aprofunda desigualdades sociais e impactos ambientais na região. Em meio à vitrine internacional construída em torno da floresta, persistem problemas estruturais no Pará, enquanto povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais reafirmam, por meio da mobilização popular, seu protagonismo na defesa do território e do futuro da Amazônia.

Reorganização da UJC no Pará

Reorganização da UJC no Pará

CN UJC
A reconstrução da UJC no Pará representa um passo fundamental para reorganizar a juventude trabalhadora diante dos desafios sociais, ambientais e políticos que marcam a realidade amazônica. Em um estado profundamente impactado pela exploração capitalista de seus recursos naturais e pelo agravamento das desigualdades sociais, torna-se urgente fortalecer uma juventude crítica, organizada e comprometida com a transformação revolucionária da sociedade. É nesse sentido que apresentamos esta nota de reconstrução da UJC no Pará, reafirmando o papel da juventude na luta por justiça social, soberania popular e pela defesa dos povos e da Amazônia.

Reorganizar o MUP no Ceará: aglutinar a juventude para construir a Universidade Popular!

Oriente Médio em chamas e manchado de sangue: esse é o plano de paz de Trump e Netanyahu

CN UJC
A cada nova ação tática do governo norte-americano, fica mais nítido sua verdadeira estratégia: dominar os recursos energéticos do mundo pintando-o de sangue. Com esse objetivo, têm uma histórica aliança com o Estado de Israel e seu projeto de colonização no Levante, em especial na Palestina histórica.

Contra a intervenção e a pirataria estadunidense: pela paz e soberania na Venezuela e em toda a América!

Defender os rios é defender nosso futuro! A luta pela Amazônia continua

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A revogação do Decreto n.º 12.600/2025, conquistada após a ocupação protagonizada por povos indígenas e comunidades ribeirinhas do Baixo e Médio Tapajós, representa uma importante vitória contra a privatização dos rios amazônicos. Mais do que um recuo pontual do governo, essa mobilização expressa uma resistência histórica em defesa dos territórios, das águas e dos modos de vida ameaçados pelo avanço do agronegócio e das grandes corporações. A luta no Tapajós revela que está em disputa não apenas uma questão ambiental, mas um projeto de país — entre a transformação da Amazônia em corredor logístico de exportação e a defesa da soberania popular, da justiça ambiental e do protagonismo dos povos originários.

O aumento na temperatura e o não abastecimento de água nos bairros da Zona Oeste (RJ)