Governo grego, que tem intensificado cada vez mais as relações econômicas e militares com a ocupação sionista, declara a presença de Khatib "inadmissível" por motivos de "segurança nacional". Sobre a detenção, a Rede de Solidariedade com Prisioneiros Palestinos Samidoun declara que "esses ataques são parte integrante da cumplicidade imperialista e do envolvimento direto no genocídio"; e que os ataques à Samidoun são "parte da perseguição aos quase 10.000 palestinos presos em prisões da ocupação".
Basta de ataques racistas e islamofóbicos! Declarações contra os palestinos no Brasil se assemelham ao discurso supremacista da Ku Klux Klan
Declarações recentes e ações políticas no Brasil e no exterior vêm reforçando ataques racistas e islamofóbicos contra palestinos e seus apoiadores, além de tentar deslegitimar e criminalizar a solidariedade internacional. Em meio a esse cenário, ganha força a denúncia dessas posições, a exposição de seus vínculos com ideologias supremacistas e o chamado à organização e à defesa ativa das comunidades palestinas, de sua memória, cultura e luta por justiça.
Em janeiro e no ano inteiro: organizar a luta pela emancipação das pessoas trans e travestis
Em meio ao cenário de violência extrema e exclusão que marca a vida da população trans e travesti, é preciso mais do que visibilidade simbólica: é preciso um compromisso radical com a transformação da realidade material. Para que o reconhecimento de janeiro não se esvazie em celebração desconectada da luta, é fundamental compreender os mecanismos concretos de opressão, os limites das políticas estatais e as alianças reacionárias que buscam barrar qualquer avanço. Este chamado parte de uma posição clara: a libertação só será possível pela organização coletiva e pela superação do sistema que perpetua todas as formas de violência.
Aumento da tarifa do transporte em São Paulo: mais caro pra nós, mais lucro pra eles
A realidade do transporte público em São Paulo revela, logo no início do ano, um padrão que sempre se repete: tarifas mais altas, serviços cada vez piores e o uso sistemático de recursos públicos para garantir os lucros das empresas do setor. Sob o discurso de “equilíbrio financeiro” e “gestão eficiente”, esconde-se um modelo que penaliza a classe trabalhadora e protege o capital privado, aprofundando a precarização do transporte e do cotidiano de milhões de pessoas. O transporte em São Paulo funciona como um grande mecanismo de transferência de dinheiro público para empresas privadas. Diante disso, coloca-se a necessidade de questionar esse modelo e afirmar a luta por um sistema estatal, gratuito e controlado pelo povo.
Cabanagem: movimento amazônico de resistência
A Cabanagem foi uma das mais profundas revoltas populares do Brasil, expressando, durante o Período Regencial, a reação das camadas subalternas da Província do Grão-Pará contra a miséria, a exploração, a exclusão política e o domínio das elites imperiais, e deixando um legado de luta por justiça social e enfrentamento à ordem vigente.
O aumento na temperatura e o não abastecimento de água nos bairros da Zona Oeste (RJ)
O avanço da crise climática tem se manifestado de forma cada vez mais brutal no Rio de Janeiro, especialmente na Zona Oeste, onde ondas de calor acima dos 40°C escancaram os efeitos da exploração capitalista sobre a natureza. Ao mesmo tempo, esse cenário revela o abandono histórico das periferias, marcado pela ausência de políticas públicas, pela precariedade urbana e pelo descaso no acesso à água após a privatização da CEDAE, evidenciando como o lucro da burguesia se impõe sobre as condições mínimas de vida da classe trabalhadora.
Solidariedade ao povo venezuelano! Contra a agressão imperialista na Venezuela!
A União da Juventude Comunista (UJC), juventude do Partido Comunista Brasileiro (PCB), vem a público expressar sua mais profunda solidariedade ao povo venezuelano diante dos covardes ataques com bombas ocorridos em Caracas. A Venezuela é uma nação rica em recursos, morada de um povo aguerrido que não se curvará diante de qualquer ataque oportunista.
HIV e AIDS: a epidemia não é o vírus, é o neoliberalismo
O mês de dezembro marca uma campanha de relevância mundial: o Dezembro Vermelho, símbolo de uma luta histórica na sociedade brasileira do movimento de AIDS por políticas públicas de prevenção, tratamento e garantia de direitos. Ao se abordar o HIV e a AIDS, ainda é comum que a memória social seja atravessada pela epidemia da década de 1980, período marcado por intensos estigmas e preconceitos dirigidos, sobretudo, à população LGBT, que enfrentava o avanço da infecção e do adoecimento em meio à negligência estatal e à violência moral.
Ousar sonhar exige orçamento! Ousar lutar exige permanência!
A Lei Orçamentária de 2026 escancara, mais uma vez, quem paga a conta das escolhas políticas feitas em Brasília: a educação pública, a ciência e a juventude trabalhadora. Com cortes milionários nas universidades federais, na CAPES, no CNPq e na assistência estudantil, o Congresso opta por sacrificar o direito de estudar e pesquisar em nome do clientelismo e das emendas sem transparência, aprofundando desigualdades e comprometendo o futuro do país. Diante desse ataque, a UJC afirma a necessidade de mobilização para defender a educação pública, garantir orçamento para a ciência e assegurar condições reais de permanência, rumo à construção de uma Universidade Popular.