Sou comunista e não abro mão da Tarifa Zero e da reestatização! Uma campanha pela plena mobilidade territorial

Equipe de Redação da UJC
Radicalizar o debate sobre o território, a partir dos transportes, é lutar pela justiça social, onde o uso e a apropriação do espaço seja universalizado. Isso precisa ser feito, em primeiro lugar, através do Estado, enquanto se promovem instrumentos populares que garantem a continuidade desses avanços, na medida em que apenas a construção do Poder Popular promovem a verdadeira revolução no ordenamento territorial, retirando o caráter de mercado dos serviços e garantindo a sua verdadeira democratização.

Tarifa zero!

Solidariedade ao movimento estudantil do Acre

CN UJC
Na manhã do dia 13 de julho, diversos estudantes foram agredidos pela Polícia Militar e por forças de segurança institucional em frente à Prefeitura de Rio Branco, capital do Acre, enquanto se manifestavam pelo retorno do transporte público à Universidade Federal do Acre (UFAC), que se encontra totalmente paralisado.

Para Estudar com Saúde e Segurança Alimentar, Lutar por um Restaurante Universitário Popular!

Soberania alimentar é permanência: o PASES e os Restaurantes Universitários

CN UJC
A alimentação é uma condição fundamental para que os filhos e as filhas da classe trabalhadora permaneçam nas universidades. Mas quem produz os alimentos, quem prepara as refeições e quem controla os Restaurantes Universitários? Diante dos limites do Programa de Alimentação Saudável na Educação Superior (PASES) e do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), apontamos por que não basta trocar a empresa terceirizada: é preciso superar um modelo que transforma o direito à alimentação em fonte de lucro.

Dia Internacional da Soberania Alimentar

Os jovens comunistas e as eleições

CN UJC
Diante de uma conjuntura marcada pelo avanço da extrema-direita, pela ofensiva neoliberal contra os direitos da classe trabalhadora e pelas ameaças à soberania nacional, reafirmamos a necessidade de organização da juventude na luta por educação, trabalho digno e direitos fundamentais. Em meio à disputa de projetos para o Brasil, cabe aos jovens assumir seu papel na construção de uma alternativa política comprometida com os interesses populares e com a emancipação da classe trabalhadora.

Teses da UJC e do MEP para 46º CONUBES

Manifesto por uma Universidade Popular para o 72º CONEG da UNE

CN UJC
O debate para o 72º Conselho Nacional de Entidades Gerais (CONEG) deve ser pautado a partir da conjuntura acirrada que o Brasil enfrenta, como o avanço da extrema-direita, a interferência direta do imperialismo estadunidense em território nacional, bem como a exploração de terras raras, retirando a soberania nacional. Essa lógica se alinha ao desmonte das […]

Boletim da UJC – Setembro/2025

Espontaneidade e consciência revolucionária: o que fazer com o sindicato mais importante em Salvador?

Equipe de Redação da UJC
Com a degradação ideológica cada vez mais evidente no seio da organização proletária, uma janela oportunizada pela tímida, mas crescente acumulação política, coloca em questão o caráter dos Sindicatos no século XXI, sobretudo em Salvador, mas também a atuação comunista nesse processo.

Se a tarifa não baixar, a cidade vai parar!

Movimento Negro e o Estado: entre a democracia e o 38, o que faz o negro?

Equipe de Redação da UJC
Neste artigo, busco traçar a evolução das lutas negras no Brasil, desde a resistência quilombola e as insurreições armadas até a organização política do século XX, apontando as influências do racismo científico na repressão estatal. Analiso como as primeiras entidades, como a Frente Negra Brasileira, e o posterior Movimento Negro Unificado oscilaram entre discursos conservadores e a posterior absorção de teorias de esquerda e de conciliação.

UJC 97 – Em Memória de José Montenegro de Lima

Boletim Juventude – Edição nº 02/2026 – Pelo fim da escala 6×1

CN UJC
A luta pela redução da carga horária de trabalho sem redução salarial tem ganhado reverberação e apelo popular. Nacionalizada em 2022, durante um programa de TV da campanha eleitoral à presidência, a então candidata do PCB, Sofia Manzano, trouxe à tona o debate pelas 30 horas semanais como lei. Em 2023, essa campanha chega às massas com um debate simples e objetivo: “minha vida gira em torno do trabalho!”. Nessa lógica, cerca de 49 milhões de brasileiros, segundo o IBGE, vivem essa realidade: trabalham, em média, 44 horas semanais, em regime de escala 6×1, com um salário mínimo de R$ 1.621,00 por mês.

Boletim da UJC – Setembro/2025