Nos marcos da ofensiva imperialista que ameaça toda a América Latina, hoje concentrada na asfixia de Cuba, a principal arma dos EUA tem sido a privação de alimentos, medicamentos e energia ao povo cubano. Diante das agressões que deixam a ilha sem acesso a suprimentos básicos, o governo federal avalia o envio de ajuda humanitária, como medicamentos e alimentos. No entanto, é preciso reconhecer que há mais a ser feito — e que podemos e devemos avançar além dessas medidas.
Governo grego, que tem intensificado cada vez mais as relações econômicas e militares com a ocupação sionista, declara a presença de Khatib "inadmissível" por motivos de "segurança nacional". Sobre a detenção, a Rede de Solidariedade com Prisioneiros Palestinos Samidoun declara que "esses ataques são parte integrante da cumplicidade imperialista e do envolvimento direto no genocídio"; e que os ataques à Samidoun são "parte da perseguição aos quase 10.000 palestinos presos em prisões da ocupação".
Dois séculos após a declaração da Doutrina Monroe — a diretiva de política externa dos Estados Unidos que sistematizou a intervenção imperialista na América Latina como política de Estado — e vinte e um anos após a última invasão norte-americana nas Américas, no Haiti, em 2004, assistimos hoje a uma escalada agressiva sem precedentes contra a América do Sul. Pela primeira vez desde a virada do século, nosso continente tornou-se, novamente, o principal teatro de ação militar dos EUA. Diante desse cenário, reafirmamos a necessidade da unidade dos povos latino-americanos na luta anti-imperialista, pela soberania, pela paz e pela autodeterminação de nossas nações.
Durante décadas, a República Popular Democrática da Coreia tem sido alvo de uma intensa campanha de difamação conduzida pela mídia e pelos governos capitalistas, especialmente os Estados Unidos. Por trás das manchetes sensacionalistas e das caricaturas preconceituosas, esconde-se uma realidade muito diferente: a de um povo orgulhoso, independente e guiado por uma ideologia socialista sólida, que construiu sua nação com base na autossuficiência, na disciplina e na fidelidade aos ideais de Marx, Lênin e Kim Il Sung.
A 21ª Assembleia Geral da Federação Mundial da Juventude Democrática (FMJD) foi concluída em 25 de maio de 2025, com o anti-imperialismo e as lutas de libertação reafirmados como prioridades centrais da federação.
O povo saaraui, da região do Saara Ocidental em África, vive uma luta histórica por sua soberania e libertação. Primeiro em relação ao jugo colonial da Espanha e agora, desde o Tratado de Madrid, em relação ao jugo imperialista e neocolonial de Marrocos. Os interesses do Reino de Marrocos nessa faixa territorial são muitos, com […]
Na aurora triunfante deste 30 de abril de 2025, a União da Juventude Comunista e o Partido Comunista Brasileiro se somam a todos os povos submetidos ao jugo do imperialismo, do colonialismo, do racismo e de toda forma de opressão. Celebramos em glória e com orgulho os 50 anos da reunificação heroica do Vietnã! Nesta […]
O internacionalismo é uma das bases fundamentais do movimento comunista. Nesse sentido, este texto propõe uma reflexão sobre as relações internacionais e a importância de sua análise.
Estamos há mais de 6 meses assistindo o acirramento do genocídio de Israel contra o povo palestino, dentro e fora de Gaza. O massacre já soma mais de 40.000 civis assassinados, sendo mais de 15.000 deles crianças. Lembremos que pouco importa Netanyahu ou o governo de situação em Tel Aviv, o Estado de Israel e […]