A União da Juventude Comunista (UJC), juventude do Partido Comunista Brasileiro (PCB), vem a público expressar sua mais profunda solidariedade ao povo venezuelano diante dos covardes ataques com bombas ocorridos em Caracas. A Venezuela é uma nação rica em recursos, morada de um povo aguerrido que não se curvará diante de qualquer ataque oportunista.
Dois séculos após a declaração da Doutrina Monroe — a diretiva de política externa dos Estados Unidos que sistematizou a intervenção imperialista na América Latina como política de Estado — e vinte e um anos após a última invasão norte-americana nas Américas, no Haiti, em 2004, assistimos hoje a uma escalada agressiva sem precedentes contra a América do Sul. Pela primeira vez desde a virada do século, nosso continente tornou-se, novamente, o principal teatro de ação militar dos EUA. Diante desse cenário, reafirmamos a necessidade da unidade dos povos latino-americanos na luta anti-imperialista, pela soberania, pela paz e pela autodeterminação de nossas nações.
A escalada da agressão imperialista dos Estados Unidos contra a Venezuela coloca em risco não apenas a soberania do povo venezuelano, mas a paz de toda a América Latina e do Caribe. Diante das ameaças militares, das manobras ilegais e da tentativa de fabricar pretextos para a intervenção e o saque, a juventude anti-imperialista do mundo se levanta em denúncia e solidariedade. Nesta declaração, a Federação Mundial da Juventude Democrática (FMJD) convoca à mobilização internacional, reafirma a defesa da autodeterminação dos povos e aponta que somente a unidade e a luta organizada podem barrar a ofensiva imperialista.
A Federação Mundial da Juventude Democrática (FMJD), certa de seus princípios anti-imperalistas e em defesa da soberania e autodeterminação dos povos, levanta a voz em firme protesto contra as recentes e sérias ações feitas pelo governo dos Estados Unidos da América diretamente à República Boliviana da Venezuela.
Um breve comentário da KJÖ e da UJC sobre o momento dos países e a necessidade do enfrentamento direto ao imperialismo.
As ameaças de tarifárias dos EUA (50% para o Brasil, 30%–60% para a UE, 51% para a China e 10% para BRICS) revelam o paradoxo de um país que pregou o livre-comércio e agora se torna o epicentro do protecionismo – movimento que visa frear o avanço do BRICS e, em última instância, acelerar o declínio da própria hegemonia estadunidense.
Mesmo com o resultado da eleição já definido, muitas perguntas se abrem: até quando os EUA permitirão que a China se entranhe na América Latina sem uma escalada ainda maior de violência? O que, dentro desse conflito, diz respeito à classe trabalhadora latino-americana, e como a continuidade ou mudança na presidência dos EUA impacta essa relação? Quais “bandeiras” da burguesia americana avançarão e de que forma? Veremos mais armas americanas matando nossos jovens negros, mais espiões da embaixada americana atacando nossas estatais e mais subserviência do Exército Brasileiro aos seus interesses?
Nós, da União da Juventude Comunista (Brasil), denunciamos a repressão patrocinada pelo governo grego Syriza-Anel contra jovens que protestavam contra os ataques americanos a Síria. O pretexto para a prisão foi a tentativa simbólica de derrubada da estátua do ex-presidente Harry Truman, responsável pelo bárbaro ataque ao Japão com as duas bombas atômicas de Hiroshima […]
Federação Mundial das Juventudes Democráticas – 12 de Abril de 2018 Tradução UJC-Brasil – Original em WFDY Uma nova onda de ameaças e agressões contra a Síria por parte dos EUA e seus aliados ocorreu nos últimos dias. Mesmo sem investigação ou provas, os Estados Unidos e seus aliados estão acusando a Síria de empregar […]