Nesta edição de abril de 2026 do Boletim da UJC, debatemos como a crise do capitalismo aprofunda os ataques à educação pública, com privatização, precarização e militarização das escolas, tentando transformar o direito à educação em fonte de lucro e controle da juventude trabalhadora. Diante desse cenário, afirmamos que a escola não deve ser mercadoria: ela deve ser espaço de luta, organização e formação crítica. Contra o projeto da burguesia, levantamos a bandeira da Escola Popular e convocamos a juventude a se mobilizar, porque o nosso futuro não está à venda. A escola é nossa!
Um breve comentário da KJÖ e da UJC sobre o momento dos países e a necessidade do enfrentamento direto ao imperialismo.
NOTA OFICIAL DA COORDENAÇÃO NACIONAL DA UJC Vivemos um momento de profundas mudanças no cenário político brasileiro, com o impeachment da presidenta Dilma Roussef, formalizado e instrumentalizado a partir de manobras judiciais espúrias, ilegais e sem fundamentos jurídicos, que para ser concretizado, contou com um pacto formado pelo imperialismo, pelos monopólios da mídia, pelo parlamento […]
Logo após o afastamento da Presidente Dilma Rousseff e a posse do cargo pelo presidente ilegítimo Michel Temer uma série de medidas que atacam os trabalhadores e a população, presentes no ajuste fiscal iniciado em 2015 com o PT, começaram a ser aceleradas. Um dos principais alvos do governo Temer são os cortes nos recursos […]
Vivemos no Brasil um momento de acirramento da crise política e da luta de classes. De um lado há partidos como PT, PSDB, PMDB e outros, que disputam a administração do Estado brasileiro por meio de artimanhas jurídicas, legislativas e midiáticas das mais criativas. Do outro, está a juventude e a classe trabalhadora, cujos direitos […]