Generated by Rank Math SEO, this is an llms.txt file designed to help LLMs better understand and index this website. # União da Juventude Comunista – UJC Brasil ## Sitemaps [XML Sitemap](https://ujc.org.br/sitemap_index.xml): Includes all crawlable and indexable pages. ## Posts - [A ANPG que a Gente Quer: por uma Universidade e uma Pesquisa Popular!](https://ujc.org.br/a-anpg-que-a-gente-quer-por-uma-universidade-e-pesquisa-popular/): Tese do Movimento por uma Universidade Popular (MUP) Rumo ao 29º Congresso Nacional de Pós-Graduandos (CNPG) - [A UJC Continua Sendo a Juventude do PCB](https://ujc.org.br/a-ujc-continua-sendo-a-juventude-do-pcb/): A União da Juventude Comunista (UJC), fundada em 1° de agosto de 1927 como a juventude do Partido Comunista Brasileiro (PCB), tem uma longa história de participação nas lutas de classes no Brasil. Embora tenha enfrentado interrupções e reorganizações devido a repressões ditatoriais e crises internas, a UJC sempre manteve sua ligação com o PCB. Contudo, em 2023, um grupo minoritário de militantes criou um movimento divisionista dentro do partido e tentou reivindicar o nome e os símbolos da UJC, especialmente em São Paulo, causando confusão entre as organizações parceiras e os novos jovens comunistas ao se apresentarem publicamente e nas redes sociais como a verdadeira UJC. - [Unir a Juventude, Barrar o Fascismo, Construir o Socialismo!](https://ujc.org.br/unir-a-juventude-barrar-o-fascismo-construir-o-socialismo/): Hoje, dia 24 de maio, celebra-se o Dia da Juventude Trabalhadora, uma semana antes do 1º de maio, o Dia Internacional da Classe Trabalhadora. Iniciamos uma nova jornada de lutas, com a responsabilidade histórica de construir a Revolução Socialista no Brasil, enfrentando uma conjuntura de ofensiva da burguesia e enfraquecimento da classe trabalhadora. - [Sobre as Greves nas Universidades e Institutos Federais](https://ujc.org.br/sobre-as-greves-nas-universidades-e-institutos-federais/): O início do calendário letivo nas universidades, institutos federais e CEFETs1 está sendo marcado pelo fortalecimento das greves do funcionalismo público federal, que se organiza na luta pela recomposição salarial, reestruturação das carreiras, recomposição orçamentária para a educação e "revogaço"2 das contrarreformas3. As paralisações dos técnicos administrativos e professores das federais estão sendo nacionalmente convocadas pelo ANDES-SN4, FASUBRA5 e SINASEFE6. - [Teses do MUP para o CONUNE Extraordinário – POR NOSSAS VIDAS: ESTUDANTES EM DEFESA DA EDUCAÇÃO, DA VACINA E FORA BOLSONARO!](https://ujc.org.br/por-nossas-vidas-estudantes-em-defesa-da-educacao-da-vacina-e-fora-bolsonaro/): Teses do Movimento Por Uma Universidade Popular - Congresso Extraordinário da UNE 2021 - [Manifesto do Movimento por Uma Universidade Popular rumo ao Congresso Extraordinário da União Nacional dos Estudantes](https://ujc.org.br/manifesto-do-movimento-por-uma-universidade-popular-rumo-ao-congresso-extraordinario-da-uniao-nacional-dos-estudantes/): Manifesto do Movimento por Uma Universidade Popular rumo ao Congresso Extraordinário da União Nacional dos Estudantes. - [Os jovens comunistas e as eleições](https://ujc.org.br/os-jovens-comunistas-e-as-eleicoes/): Diante de uma conjuntura marcada pelo avanço da extrema-direita, pela ofensiva neoliberal contra os direitos da classe trabalhadora e pelas ameaças à soberania nacional, reafirmamos a necessidade de organização da juventude na luta por educação, trabalho digno e direitos fundamentais. Em meio à disputa de projetos para o Brasil, cabe aos jovens assumir seu papel na construção de uma alternativa política comprometida com os interesses populares e com a emancipação da classe trabalhadora. - [Manifesto por uma Universidade Popular para o 72º CONEG da UNE](https://ujc.org.br/manifesto-72o-coneg-da-une/): O debate para o 72º Conselho Nacional de Entidades Gerais (CONEG) deve ser pautado a partir da conjuntura acirrada que o Brasil enfrenta, como o avanço da extrema-direita, a interferência direta do imperialismo estadunidense em território nacional, bem como a exploração de terras raras, retirando a soberania nacional. Essa lógica se alinha ao desmonte das leis trabalhistas e da previdência e à tentativa frustrada da bancada bolsonarista de barrar a aprovação do fim da escala 6x1. - [Espontaneidade e consciência revolucionária: o que fazer com o sindicato mais importante em Salvador?](https://ujc.org.br/espontaneidade-e-consciencia-revolucionaria-o-que-fazer-com-o-sindicato-mais-importante-em-salvador/): Com a degradação ideológica cada vez mais evidente no seio da organização proletária, uma janela oportunizada pela tímida, mas crescente acumulação política, coloca em questão o caráter dos Sindicatos no século XXI, sobretudo em Salvador, mas também a atuação comunista nesse processo. - [Movimento Negro e o Estado: entre a democracia e o 38, o que faz o negro?](https://ujc.org.br/movimento-negro-e-o-estado/): Neste artigo, busco traçar a evolução das lutas negras no Brasil, desde a resistência quilombola e as insurreições armadas até a organização política do século XX, apontando as influências do racismo científico na repressão estatal. Analiso como as primeiras entidades, como a Frente Negra Brasileira, e o posterior Movimento Negro Unificado oscilaram entre discursos conservadores e a posterior absorção de teorias de esquerda e de conciliação. - [Boletim Juventude – Edição nº 02/2026 – Pelo fim da escala 6×1](https://ujc.org.br/boletim-juventude-edicao-no-02-2026/): A luta pela redução da carga horária de trabalho sem redução salarial tem ganhado reverberação e apelo popular. Nacionalizada em 2022, durante um programa de TV da campanha eleitoral à presidência, a então candidata do PCB, Sofia Manzano, trouxe à tona o debate pelas 30 horas semanais como lei. Em 2023, essa campanha chega às massas com um debate simples e objetivo: “minha vida gira em torno do trabalho!”. Nessa lógica, cerca de 49 milhões de brasileiros, segundo o IBGE, vivem essa realidade: trabalham, em média, 44 horas semanais, em regime de escala 6×1, com um salário mínimo de R$ 1.621,00 por mês. - [Raúl é herói! Criminoso é o governo que invade, sequestra, mata e bombardeia ao redor do globo](https://ujc.org.br/raul-e-heroi-criminoso-e-o-governo-dos-eua/): Tal como ocorreu na Venezuela, os agentes do imperialismo em Washington buscam agora uma "decapitação" da Revolução Cubana, mirando seus dirigentes atuais e históricos na busca de um fato político que "justifique" uma intervenção direta. - [Sobre a planificação do trabalho](https://ujc.org.br/sobre-a-planificacao-do-trabalho/): Planejamento (ou planificação) é um substantivo que significa o ato de planejar, a organização de uma tarefa com a utilização de métodos apropriados, e a determinação de ações para atingir metas estipuladas. Planejar é um verbo que significa criar ou elaborar um plano, fazer planos para algo, programar, projetar, e ter como intenção. - [Solidariedade aos estudantes da USP! Todo apoio à greve!](https://ujc.org.br/solidariedade-aos-estudantes-da-usp-todo-apoio-a-greve/): A União da Juventude Comunista manifesta sua total solidariedade aos estudantes da USP em greve por permanência estudantil, moradia digna e melhores condições de estudo e trabalho nas universidades públicas paulistas, e denuncia a violência e a repressão policial contra os estudantes mobilizados. A ocupação da reitoria expressa a revolta legítima de uma juventude que enfrenta o sucateamento da universidade pública, a precarização da assistência estudantil e o abandono das condições de permanência. - [Provocações acerca do papel da extensão universitária hoje](https://ujc.org.br/provocacoes-acerca-do-papel-da-extensao-universitaria-hoje/): A extensão universitária tornou-se um dos principais terrenos de disputa dentro das universidades brasileiras. Longe de ser apenas uma atividade complementar, a extensão popular aponta para uma outra concepção de universidade: comprometida com as necessidades concretas do povo, articulada às lutas sociais e orientada pela transformação da realidade. Neste texto, instigamos os limites da extensão subordinada ao mercado e defendemos a extensão popular como eixo estruturante de uma universidade verdadeiramente pública, crítica e socialmente comprometida. - [Cuba não se rende! Solidariedade ao povo cubano ante a escalada agressiva dos EUA](https://ujc.org.br/cuba-nao-se-rende-solidariedade-frente-a-escalada-agressiva-dos-eua/): A escalada recente das ameaças dos Estados Unidos contra Cuba, combinada com o endurecimento do bloqueio, recoloca no centro da conjuntura latino-americana a ofensiva imperialista e seus objetivos históricos de recolonização. Em meio à crise da hegemonia estadunidense, intensificam-se as pressões militares, econômicas e políticas contra povos que resistem. Diante desse cenário, impõe-se a necessidade de compreender o papel de Cuba como símbolo de soberania e as tarefas urgentes de solidariedade internacionalista frente às novas agressões. - [A ascensão do velho e o recuo do novo: que faz a juventude?](https://ujc.org.br/a-ascensao-do-velho-e-o-recuo-do-novo-que-faz-a-juventude/): Da crise do imperialismo à escalada de guerras e à reorganização da extrema-direita no Brasil, estão em jogo processos que ajudam a explicar a precarização da vida, os ataques a direitos e a fragmentação das lutas. Compreender essas conexões é fundamental para situar o papel da juventude e da classe trabalhadora e apontar quais tarefas se colocam no período. - [Nenhuma opressão a mais, nenhuma luta a menos: unidade de classe contra a LGBTfobia!](https://ujc.org.br/nenhuma-opressao-a-mais-nenhuma-luta-a-menos-unidade-de-classe-contra-a-lgbtfobia/): Em meio a debates que tentam separar a luta LGBTI+ da luta da classe trabalhadora, devemos confrontar essa divisão e expor suas contradições. Ao evidenciar como a LGBTfobia atua na manutenção das estruturas de exploração, defendemos que não há revolução possível sem o combate a todas as formas de opressão. - [Sobre a Comissão Eleitoral do DCE da UFES em 2026](https://ujc.org.br/sobre-a-comissao-eleitoral-do-dce-da-ufes-em-2026/): Após uma reunião do CEB marcada por atraso, mudança repentina de pauta e ausência de divulgação prévia, foi definida a Comissão Eleitoral do DCE da UFES em 2026 de forma pouco transparente e sem garantir a devida representatividade política do movimento estudantil. Diante desse cenário, convocamos todos e todas a se somarem na construção de uma Assembleia Geral para rediscutir sua composição e assegurar um processo eleitoral verdadeiramente democrático. - [Teses da UJC e do MEP para 46º CONUBES](https://ujc.org.br/tese-46o-conubes/): Frente ao recrudescimento da crise capitalista e ao declínio da hegemonia norte-americana, o avanço da extrema-direita em escala global não pode ser compreendido apenas como um fenômeno isolado ou meramente cultural. Ele é expressão política da crise estrutural do capitalismo em sua fase imperialista e financeirizada. Desde Marx, sabemos que o sistema capitalista carrega contradições internas que periodicamente explodem em crises de superprodução, inflação, desemprego e dilapidação das forças produtivas. Assim, a instabilidade que dá origem às crises cíclicas do capital não é um desvio, mas parte constitutiva da lógica da acumulação — assim como o fascismo não é um mero monstro do passado, mas uma ameaça sempre presente. - [Saudação à UJC de Cuba pelo seu 64º aniversário](https://ujc.org.br/saudacao-a-ujc-de-cuba-pelo-seu-64o-aniversario/): A UJC Brasil saúda a Unión de Jóvenes Comunistas de Cuba pelos seus 64 anos. Entendemos que a UJC cubana não é apenas uma organização juvenil irmã para nós, mas um exemplo: um exemplo de resiliência, um exemplo de compromisso revolucionário e um exemplo de solidariedade. Cuba nunca nos faltou com sua solidariedade, e nós também nunca faltaremos. - [Boletim da UJC – Edição nº 1/2026 – A escola é nossa!](https://ujc.org.br/boletim-da-ujc-a-escola-e-nossa/): Nesta edição de abril de 2026 do Boletim da UJC, debatemos como a crise do capitalismo aprofunda os ataques à educação pública, com privatização, precarização e militarização das escolas, tentando transformar o direito à educação em fonte de lucro e controle da juventude trabalhadora. Diante desse cenário, afirmamos que a escola não deve ser mercadoria: ela deve ser espaço de luta, organização e formação crítica. Contra o projeto da burguesia, levantamos a bandeira da Escola Popular e convocamos a juventude a se mobilizar, porque o nosso futuro não está à venda. A escola é nossa! - [O sequestro privado da educação brasileira](https://ujc.org.br/o-sequestro-privado-da-educacao-brasileira/): Enquanto monopólios transformam o ensino em mercadoria e lucram bilhões com o endividamento da juventude trabalhadora, a universidade brasileira é capturada pela lógica do capital e esvaziada de seu papel emancipador. Diante desse sequestro, não basta resistir: é preciso organizar a luta coletiva para romper com a privatização, enfrentar a dominação ideológica e reconquistar a educação como direito público, gratuito e instrumento de transformação social. - [Toda solidariedade ao povo libanês e a sua juventude em luta](https://ujc.org.br/toda-solidariedade-ao-povo-libanes-e-a-sua-juventude-em-luta/): A UJC Brasil expressa sua mais completa solidariedade e confiança à União da Juventude Democrática Libanesa (ULDY), cujo país está sendo mais uma vez atacado pelos agressores sionistas com o apoio dos imperialistas estadunidenses. Em meio à escalada de violência, reafirmamos o compromisso com o internacionalismo proletário e com a unidade concreta entre povos que enfrentam a mesma opressão — das periferias brasileiras ao sul do Líbano —, na certeza de que a resistência organizada das massas é capaz de derrotar a dominação imperialista. Onde um cai, muitos outros se levantam. Viva a solidariedade entre os povos! - [Que tipo de UBES precisamos hoje? Manifesto da UJC e do MEP rumo ao 46º CONUBES](https://ujc.org.br/manifesto-da-ujc-e-do-mep-rumo-ao-46o-conubes/): Em meio à crise estrutural do capitalismo, ao avanço da extrema-direita e à continuidade das políticas neoliberais na educação, a juventude trabalhadora enfrenta o aprofundamento do desmonte do ensino público, expresso no Novo Ensino Médio, na privatização e na precarização das condições de estudo. Ao mesmo tempo, a principal entidade secundarista do país se afasta da mobilização e se subordina à lógica da conciliação. Diante desse cenário, coloca-se uma questão decisiva: que tipo de UBES é necessária hoje? É urgente retomar a entidade pelas bases, com independência de classe, trabalho de base e combatividade, para enfrentar os ataques à educação e reorganizar a luta da juventude trabalhadora. - [Não sucumbiremos ao desmonte da educação pública e aos ataques da extrema-direita: todo apoio à greve da UERJ!](https://ujc.org.br/nao-sucumbiremos-ao-desmonte-da-educacao-publica-e-aos-ataques-da-extrema-direita-todo-apoio-a-greve-da-uerj/): A crise da Universidade do Estado do Rio de Janeiro é resultado de anos de sucateamento, cortes e descumprimento de acordos pelo governo estadual, em meio a contradições como gastos elevados em segurança e escândalos políticos. A greve expressa a unidade entre estudantes, técnicos e docentes diante da precarização generalizada, articulando a luta por salários, permanência estudantil, orçamento e direitos como parte de um mesmo enfrentamento em defesa da universidade pública. - [Mais do que nunca, é tempo de cortar o mal pela raiz](https://ujc.org.br/mais-do-que-nunca-e-tempo-de-cortar-o-mal-pela-raiz/): Nos últimos tempos, temos lidado com uma conjuntura revoltante, seja qual for a escala. Embora o estado de coisas não seja confortável, ele é também capaz de contribuir para que outras percebam o quão decadente e insustentável tem se apresentado o modo de vida capitalista. Contra o quadro de colapso global para o qual podemos caminhar, os comunistas ainda têm uma alternativa possível e necessária a apresentar. - [Por que somos contra o vestibular?](https://ujc.org.br/por-que-somos-contra-o-vestibular/): O vestibular costuma ser apresentado como um mecanismo neutro de seleção baseado no mérito individual. No entanto, sua origem histórica e seus efeitos concretos revelam outra realidade: trata-se de um instrumento que organiza a competição entre estudantes para manter o acesso ao ensino superior restrito a poucos. Compreender como surgiu esse modelo ajuda a explicar por que defendemos seu fim e a construção de uma Universidade Popular, com acesso universal e sem a lógica excludente da competição eliminatória. - [Lei do Grêmio Livre: uma conquista da luta estudantil](https://ujc.org.br/lei-do-gremio-livre-uma-conquista-da-luta-estudantil/): A Lei do Grêmio Livre (Lei nº 7.398/1985) garante aos estudantes o direito de organizar grêmios estudantis de forma autônoma, democrática e independente dentro das escolas. Conquista da luta da juventude após a ditadura militar, ela assegura que os estudantes possam se representar, debater seus direitos e participar ativamente da vida escolar. A livre organização estudantil é também um instrumento fundamental na luta por uma escola pública, popular, crítica e comprometida com a transformação social. - [A máscara do sagrado nas eleições de 2026](https://ujc.org.br/a-mascara-do-sagrado-nas-eleicoes-de-2026/): Às vésperas das eleições de 2026, o avanço da instrumentalização religiosa no debate político brasileiro revela uma estratégia cada vez mais evidente de manipulação ideológica. Símbolos e discursos da fé vêm sendo mobilizados para produzir pânico moral, desviar a atenção das questões materiais que afetam a classe trabalhadora e legitimar projetos de poder alinhados aos interesses da burguesia. Diante desse cenário, torna-se fundamental reafirmar o caráter laico do Estado e recolocar no centro do debate as demandas concretas da classe trabalhadora. - [Solidariedade aos trabalhadores da AGESPISA](https://ujc.org.br/solidariedade-aos-trabalhadores-da-agespisa/): Em meio ao avanço das privatizações no setor de saneamento, a demissão em massa de trabalhadores da empresa pública Águas e Esgotos do Piauí (AGESPISA) expõe os impactos sociais e políticos da entrega de serviços essenciais à iniciativa privada. A medida, realizada pelo governo estadual, levanta questionamentos sobre violações de direitos trabalhistas, perseguição sindical e desrespeito a decisões judiciais. Diante desse cenário, intensifica-se a denúncia contra o processo de privatização do saneamento no estado e a defesa da reestatização dos serviços, com o objetivo de assegurar acesso universal à água, tarifas justas e respeito aos trabalhadores. - [Expansão ou precarização? As contradições da proposta de novos cursos no Centro Tecnológico da UFES](https://ujc.org.br/expansao-ou-precarizacao-as-contradicoes-da-proposta-de-novos-cursos-no-centro-tecnologico-da-ufes/): No dia 27 de fevereiro de 2026, um Grupo de Trabalho apresentou ao Conselho Departamental do Centro Tecnológico da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) um relatório propondo a criação de novos cursos de graduação, com destaque para a ampliação de vagas no período noturno. A medida poderia representar um avanço na democratização do acesso à universidade. No entanto, as premissas que orientam a proposta, baseadas sobretudo no atendimento às demandas do mercado, levantam preocupações sobre precarização do trabalho, fragilização da formação universitária e ausência de políticas efetivas de permanência para a classe trabalhadora. - [A COP30 em Belém e os limites do “capitalismo verde”](https://ujc.org.br/a-cop-30-em-belem-e-os-limites-do-capitalismo-verde/): A realização da COP30 em Belém evidencia o interesse do capital internacional sobre a Amazônia e as contradições entre o discurso da sustentabilidade e a permanência de um modelo de exploração que aprofunda desigualdades sociais e impactos ambientais na região. Em meio à vitrine internacional construída em torno da floresta, persistem problemas estruturais no Pará, enquanto povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais reafirmam, por meio da mobilização popular, seu protagonismo na defesa do território e do futuro da Amazônia. - [Reorganização da UJC no Pará](https://ujc.org.br/reorganizacao-da-ujc-no-para/): A reconstrução da UJC no Pará representa um passo fundamental para reorganizar a juventude trabalhadora diante dos desafios sociais, ambientais e políticos que marcam a realidade amazônica. Em um estado profundamente impactado pela exploração capitalista de seus recursos naturais e pelo agravamento das desigualdades sociais, torna-se urgente fortalecer uma juventude crítica, organizada e comprometida com a transformação revolucionária da sociedade. É nesse sentido que apresentamos esta nota de reconstrução da UJC no Pará, reafirmando o papel da juventude na luta por justiça social, soberania popular e pela defesa dos povos e da Amazônia. - [Oriente Médio em chamas e manchado de sangue: esse é o plano de paz de Trump e Netanyahu](https://ujc.org.br/oriente-medio-em-chamas-e-manchado-de-sangue-esse-e-o-plano-de-paz-de-trump-e-netanyahu/): A cada nova ação tática do governo norte-americano, fica mais nítido sua verdadeira estratégia: dominar os recursos energéticos do mundo pintando-o de sangue. Com esse objetivo, têm uma histórica aliança com o Estado de Israel e seu projeto de colonização no Levante, em especial na Palestina histórica. - [Defender os rios é defender nosso futuro! A luta pela Amazônia continua](https://ujc.org.br/defender-os-rios-e-defender-nosso-futuro-a-luta-pela-amazonia-continua/): A revogação do Decreto n.º 12.600/2025, conquistada após a ocupação protagonizada por povos indígenas e comunidades ribeirinhas do Baixo e Médio Tapajós, representa uma importante vitória contra a privatização dos rios amazônicos. Mais do que um recuo pontual do governo, essa mobilização expressa uma resistência histórica em defesa dos territórios, das águas e dos modos de vida ameaçados pelo avanço do agronegócio e das grandes corporações. A luta no Tapajós revela que está em disputa não apenas uma questão ambiental, mas um projeto de país — entre a transformação da Amazônia em corredor logístico de exportação e a defesa da soberania popular, da justiça ambiental e do protagonismo dos povos originários. - [O Parque Estadual do Biribiri corre perigo](https://ujc.org.br/o-parque-estadual-do-biribiri-corre-perigo/): Localizado em Diamantina, no coração do Vale do Espinhaço, o Parque Estadual do Biribiri está sob ameaça de concessão à iniciativa privada pelo governo de Romeu Zema. A proposta, conduzida pelo Instituto Estadual de Florestas (IEF), prevê que áreas do parque sejam administradas por entidades privadas por até 30 anos, em um processo divulgado de forma limitada e com pouca participação popular. Diante da falta de transparência e dos obstáculos impostos à audiência pública — marcada em horário e local que dificultam o acesso dos trabalhadores — surgiu o movimento “O Biribiri é Nosso”, reunindo organizações e moradores de Diamantina para mobilizar a população em defesa desse patrimônio natural e histórico, reafirmando que o parque pertence ao povo e não deve ser privatizado. - [Governo Lula, envie ajuda para Cuba! A luta por soberania é internacional!](https://ujc.org.br/governo-lula-envie-ajuda-para-cuba-a-luta-por-soberania-e-internacional/): Nos marcos da ofensiva imperialista que ameaça toda a América Latina, hoje concentrada na asfixia de Cuba, a principal arma dos EUA tem sido a privação de alimentos, medicamentos e energia ao povo cubano. Diante das agressões que deixam a ilha sem acesso a suprimentos básicos, o governo federal avalia o envio de ajuda humanitária, como medicamentos e alimentos. No entanto, é preciso reconhecer que há mais a ser feito — e que podemos e devemos avançar além dessas medidas. - [A escola é nossa! Ousar lutar por uma educação popular](https://ujc.org.br/a-escola-e-nossa-ousar-lutar-por-uma-educacao-popular/): A escola que temos hoje atende aos interesses do mercado — não aos da juventude trabalhadora. Diante dos ataques à educação básica, é hora de ir além da resistência e disputar um novo projeto: a Escola Popular. No 46º CONUBES, é momento de apresentar propostas, fortalecer a organização e afirmar o papel do movimento secundarista na transformação da realidade das escolas. - [Liberdade para Mohammed Khatib! Coordenador da Rede Samidoun na Europa é detido na Grécia](https://ujc.org.br/liberdade-para-mohammed-khatib/): Governo grego, que tem intensificado cada vez mais as relações econômicas e militares com a ocupação sionista, declara a presença de Khatib "inadmissível" por motivos de "segurança nacional". Sobre a detenção, a Rede de Solidariedade com Prisioneiros Palestinos Samidoun declara que "esses ataques são parte integrante da cumplicidade imperialista e do envolvimento direto no genocídio"; e que os ataques à Samidoun são "parte da perseguição aos quase 10.000 palestinos presos em prisões da ocupação". - [Basta de ataques racistas e islamofóbicos! Declarações contra os palestinos no Brasil se assemelham ao discurso supremacista da Ku Klux Klan](https://ujc.org.br/basta-de-ataques-racistas-e-islamofobicos-contra-os-palestinos-no-brasil/): Declarações recentes e ações políticas no Brasil e no exterior vêm reforçando ataques racistas e islamofóbicos contra palestinos e seus apoiadores, além de tentar deslegitimar e criminalizar a solidariedade internacional. Em meio a esse cenário, ganha força a denúncia dessas posições, a exposição de seus vínculos com ideologias supremacistas e o chamado à organização e à defesa ativa das comunidades palestinas, de sua memória, cultura e luta por justiça. - [Em janeiro e no ano inteiro: organizar a luta pela emancipação das pessoas trans e travestis](https://ujc.org.br/em-janeiro-e-no-ano-inteiro-organizar-a-luta-pela-emancipacao-das-pessoas-trans-e-travestis/): Em meio ao cenário de violência extrema e exclusão que marca a vida da população trans e travesti, é preciso mais do que visibilidade simbólica: é preciso um compromisso radical com a transformação da realidade material. Para que o reconhecimento de janeiro não se esvazie em celebração desconectada da luta, é fundamental compreender os mecanismos concretos de opressão, os limites das políticas estatais e as alianças reacionárias que buscam barrar qualquer avanço. Este chamado parte de uma posição clara: a libertação só será possível pela organização coletiva e pela superação do sistema que perpetua todas as formas de violência. - [Aumento da tarifa do transporte em São Paulo: mais caro pra nós, mais lucro pra eles](https://ujc.org.br/aumento-da-tarifa-do-transporte-em-sao-paulo-mais-caro-pra-nos-mais-lucro-pra-eles/): A realidade do transporte público em São Paulo revela, logo no início do ano, um padrão que sempre se repete: tarifas mais altas, serviços cada vez piores e o uso sistemático de recursos públicos para garantir os lucros das empresas do setor. Sob o discurso de “equilíbrio financeiro” e “gestão eficiente”, esconde-se um modelo que penaliza a classe trabalhadora e protege o capital privado, aprofundando a precarização do transporte e do cotidiano de milhões de pessoas. O transporte em São Paulo funciona como um grande mecanismo de transferência de dinheiro público para empresas privadas. Diante disso, coloca-se a necessidade de questionar esse modelo e afirmar a luta por um sistema estatal, gratuito e controlado pelo povo. - [Cabanagem: movimento amazônico de resistência](https://ujc.org.br/a-cabanagem-movimento-amazonico-de-resistencia/): A Cabanagem foi uma das mais profundas revoltas populares do Brasil, expressando, durante o Período Regencial, a reação das camadas subalternas da Província do Grão-Pará contra a miséria, a exploração, a exclusão política e o domínio das elites imperiais, e deixando um legado de luta por justiça social e enfrentamento à ordem vigente. - [O aumento na temperatura e o não abastecimento de água nos bairros da Zona Oeste (RJ)](https://ujc.org.br/o-aumento-na-temperatura-e-o-nao-abastecimento-de-agua-nos-bairros-da-zona-oeste-rj/): O avanço da crise climática tem se manifestado de forma cada vez mais brutal no Rio de Janeiro, especialmente na Zona Oeste, onde ondas de calor acima dos 40°C escancaram os efeitos da exploração capitalista sobre a natureza. Ao mesmo tempo, esse cenário revela o abandono histórico das periferias, marcado pela ausência de políticas públicas, pela precariedade urbana e pelo descaso no acesso à água após a privatização da CEDAE, evidenciando como o lucro da burguesia se impõe sobre as condições mínimas de vida da classe trabalhadora. - [Solidariedade ao povo venezuelano! Contra a agressão imperialista na Venezuela!](https://ujc.org.br/solidariedade-ao-povo-venezuelano-contra-a-agressao-imperialista-na-venezuela/): A União da Juventude Comunista (UJC), juventude do Partido Comunista Brasileiro (PCB), vem a público expressar sua mais profunda solidariedade ao povo venezuelano diante dos covardes ataques com bombas ocorridos em Caracas. A Venezuela é uma nação rica em recursos, morada de um povo aguerrido que não se curvará diante de qualquer ataque oportunista. - [HIV e AIDS: a epidemia não é o vírus, é o neoliberalismo](https://ujc.org.br/hiv-e-aids-a-epidemia-nao-e-o-virus-e-o-neoliberalismo/): O mês de dezembro marca uma campanha de relevância mundial: o Dezembro Vermelho, símbolo de uma luta histórica na sociedade brasileira do movimento de AIDS por políticas públicas de prevenção, tratamento e garantia de direitos. Ao se abordar o HIV e a AIDS, ainda é comum que a memória social seja atravessada pela epidemia da década de 1980, período marcado por intensos estigmas e preconceitos dirigidos, sobretudo, à população LGBT, que enfrentava o avanço da infecção e do adoecimento em meio à negligência estatal e à violência moral. - [Ousar sonhar exige orçamento! Ousar lutar exige permanência!](https://ujc.org.br/ousar-sonhar-exige-orcamento-ousar-lutar-exige-permanencia/): A Lei Orçamentária de 2026 escancara, mais uma vez, quem paga a conta das escolhas políticas feitas em Brasília: a educação pública, a ciência e a juventude trabalhadora. Com cortes milionários nas universidades federais, na CAPES, no CNPq e na assistência estudantil, o Congresso opta por sacrificar o direito de estudar e pesquisar em nome do clientelismo e das emendas sem transparência, aprofundando desigualdades e comprometendo o futuro do país. Diante desse ataque, a UJC afirma a necessidade de mobilização para defender a educação pública, garantir orçamento para a ciência e assegurar condições reais de permanência, rumo à construção de uma Universidade Popular. - [Visita ao Presépio da Quinquina, por Jorge Amado](https://ujc.org.br/visita-ao-presepio-da-quinquina-por-jorge-amado/): Mas minha prima Quinquina sabe que o Cristo foi bom e foi bom para todos, sem distinção de classes e mesmo sem distinção sobre a virtude e o pecado. Sabe que o Cristo foi humano também e ela não esqueceu essa lição de humanidade. Viajantes cansados dos Natais das grandes cidades com presentes caros e champagne: ide a Estancia e no Parque Triste encontrareis o presépio de Quinquina. Bebereis licor, comereis bolo de aipim, conversareis com as velhas. E na sala de visitas encontrareis, pobre e nu, cercado, no entanto, de Reis, santos, homens, mulheres e animais, Cristo, o verdadeiro, o que perdoou Madalena, lavou os pés dos mendigos e pescou com os pescadores nas águas do Jordão. - [Atribulações de Papai Noel, por Graciliano Ramos](https://ujc.org.br/atribulacoes-de-papai-noel-por-graciliano-ramos/): Meteu-se na roupa encarnada, ajeitou a gola de arminho ao espelho e calçou as botas, resmungando: por que era que o Estado Novo não lhe suprimia as funções, conservando-lhe os vencimentos? Enquanto pensava em redigir algumas notas sobre a reorganização do serviço, pregou a barba de algodão na cara descontente, arrumou no crânio o chinó, tomou o cajado, foi ao quarto vizinho e atirou às costas o enorme saco cheio de brinquedos. Veio de lá, capenga e corcunda, apagou a luz, saiu, trancou a porta, encaminhou-se ao elevador. - [Contra a intervenção e a pirataria estadunidense: pela paz e soberania na Venezuela e em toda a América!](https://ujc.org.br/contra-a-intervencao-estadunidense-na-venezuela/): Dois séculos após a declaração da Doutrina Monroe — a diretiva de política externa dos Estados Unidos que sistematizou a intervenção imperialista na América Latina como política de Estado — e vinte e um anos após a última invasão norte-americana nas Américas, no Haiti, em 2004, assistimos hoje a uma escalada agressiva sem precedentes contra a América do Sul. Pela primeira vez desde a virada do século, nosso continente tornou-se, novamente, o principal teatro de ação militar dos EUA. Diante desse cenário, reafirmamos a necessidade da unidade dos povos latino-americanos na luta anti-imperialista, pela soberania, pela paz e pela autodeterminação de nossas nações. - [Declaração da FMJD sobre a escalada da agressão imperialista contra a Venezuela](https://ujc.org.br/fmjd-sobre-a-escalada-da-agressao-imperialista-contra-a-venezuela/): A escalada da agressão imperialista dos Estados Unidos contra a Venezuela coloca em risco não apenas a soberania do povo venezuelano, mas a paz de toda a América Latina e do Caribe. Diante das ameaças militares, das manobras ilegais e da tentativa de fabricar pretextos para a intervenção e o saque, a juventude anti-imperialista do mundo se levanta em denúncia e solidariedade. Nesta declaração, a Federação Mundial da Juventude Democrática (FMJD) convoca à mobilização internacional, reafirma a defesa da autodeterminação dos povos e aponta que somente a unidade e a luta organizada podem barrar a ofensiva imperialista. - [Saudação da FDJ ao X Congresso da UJC Brasil](https://ujc.org.br/saudacao-da-fdj-ao-x-congresso-da-ujc-brasil/): Enfrentamos grandes tarefas e desafios: vamos derrubar este sistema – e assim acabar com suas guerras! Desejamos sucesso em seu congresso. Que ele nos ajude a dar mais um passo rumo a esse objetivo! Estamos ansiosos para receber notícias suas e saber dos resultados do congresso! - [Saudação da União da Juventude Comunista Ho Chi Minh ao X Congresso da UJC Brasil](https://ujc.org.br/saudacao-da-uniao-da-juventude-comunista-ho-chi-minh-ao-x-congresso-da-ujc-brasil/): Por ocasião do 10º Congresso da UJC – a organização juvenil do Partido Comunista Brasileiro –, a União da Juventude Comunista Ho Chi Minh e a Juventude Vietnamita desejam expressar suas mais calorosas felicitações e saudações fraternas. - [Saudação da JUCO ao X Congresso da UJC Brasil](https://ujc.org.br/saudacao-da-juco-ao-x-congresso-da-ujc-brasil/): Da Colômbia insurgente de Bolívar, a Juventude Comunista Colombiana – JUCO estende saudações fraternas e combativas ao 10º Congresso Nacional da União da Juventude Comunista do Brasil, organização irmã com a qual compartilhamos uma história comum de luta, internacionalismo e uma firme convicção na construção do socialismo como horizonte de emancipação para nossos povos. - [Teses da UJC e do MEP para o 5º Encontro Nacional de Grêmios: avançar a Escola Popular, rumo ao socialismo!](https://ujc.org.br/teses-eng-2025/): Por ocasião do 5º Encontro Nacional de Grêmios, nós da União da Juventude Comunista (UJC) e do Movimento por uma Escola Popular (MEP) apresentamos uma leitura crítica da conjuntura: do avanço da extrema-direita e das ofensivas imperialistas no mundo aos ataques à educação no Brasil, que atravessam o cotidiano das escolas e a vida dos estudantes. Defendemos a revogação do Novo Ensino Médio, a autonomia dos grêmios e a destinação de 10% do PIB para a educação como medidas imediatas para fortalecer a organização estudantil. Tudo isso se orienta por um horizonte estratégico maior: a construção de uma Escola Popular, democrática e a serviço da classe trabalhadora. ## Páginas - [Sistema Nacional de Formação Política (SNFP)](https://ujc.org.br/formacao/sistema-nacional-de-formacao-politica/): Depois de diversos debates, a Coordenação Nacional da UJC decidiu instituir o presente Sistema Nacional de Formação Política, de modo a estabelecer um currículo mínimo de formação política para a militância, em consonância com a ideia de "rede de formação" aprovada nas resoluções do VIII Congresso Nacional da UJC. - [Movimento por uma Escola Popular](https://ujc.org.br/movimento-por-uma-escola-popular/): O Movimento por uma Escola Popular (MEP) é uma organização nacional que reúne estudantes, professores, técnicos e trabalhadores da educação em torno de um projeto de escola vinculada aos interesses da classe trabalhadora, não do capital. Seu objetivo é justamente lutar por um novo modelo educativo que seja instrumento de transformação social e emancipação dos jovens. Acreditamos que a escola deve discutir os problemas da sociedade e estimular o pensamento crítico dos(as) filhos(as) da classe trabalhadora, para que compreendam quem são seus verdadeiros aliados e inimigos. Por isso, o MEP se organiza nacionalmente – por meio de grêmios estudantis, sindicatos e entidades como a UBES – para construir uma escola a serviço do povo, superando o ensino meramente voltado ao mercado. - [IX Congresso (2022)](https://ujc.org.br/congressos/ix-congresso-2022/): Leia e baixe o texto em PDF. - [IV Congresso (2006)](https://ujc.org.br/congressos/iv-congresso-2006/): Leia ou faça download das Resoluções em PDF aqui. - [Carta à Federação Mundial da Juventude Democrática (FMJD)](https://ujc.org.br/carta-a-fmjd/): En primer lugar, queremos recordarles que estos esfuerzos para contactar tanto con la dirección regional de la FMJD como con el Bureau no comenzaron hace unos meses o semanas, sino desde noviembre de 2023. Desde entonces, hemos estado tratando de contactar no solo con la dirección de la federación, sino también con los jóvenes que la integran. - [Publicações](https://ujc.org.br/publicacoes/): Publicações Recentes - [Construa a UJC](https://ujc.org.br/construa-a-ujc/): Quer militar conosco? Preencha nosso formulário de recrutamento clicando no link abaixo! - [Minha conta](https://ujc.org.br/minha-conta/) - [Finalizar compra](https://ujc.org.br/finalizar-compra/) - [Carrinho](https://ujc.org.br/carrinho/) - [Loja](https://ujc.org.br/loja/) - [leituras](https://ujc.org.br/leituras/) - [Leituras recomendadas](https://ujc.org.br/leituras-recomendadas/): Marxismo-Leninismo: Identidade ou Práxis? A Necessidade do Trabalho de Base A UJC e a UNE: um breve histórico da atuação dos jovens comunistas na UNE Disputar os Bairros - Se não hoje: Quando? Se não nós: Quem? Graduação e Militância Luta Corporativa e Luta Ideológica - [VIII Congresso (2018)](https://ujc.org.br/congressos/viii-congresso-2018/): Leia e baixe o documento em PDF. - [Login Customizer](https://ujc.org.br/login-customizer/): This page is used for Login Customizer plugin. It will not be visible to your readers. Do not delete it. - [Protegido: Manual agitprop e moderação de páginas no facebook](https://ujc.org.br/manual-agitprop-e-moderacao-de-paginas-no-facebook/): Para Acessar o conteúdo clique na figura abaixo: - [Protegido: Agitação, Propaganda, Comunicação e Redes Sociais](https://ujc.org.br/agitacao-propaganda-comunicacao-e-redes-sociais/): Comunicação como ferramenta na luta de classes - [Protegido: Material Básico](https://ujc.org.br/material-basico/): Caderno de Apresentação - [Jornal Poder Popular](https://ujc.org.br/jornal-poder-popular/) - [Módulo I – Organização](https://ujc.org.br/modulo-i-organizacao/): Clique e baixe o Caderno de formação politica Módulo I - Organização - [VII Congresso (2015)](https://ujc.org.br/congressos/vii-congresso-2015/): Leia ou baixe o texto em PDF. - [VI Congresso (2012)](https://ujc.org.br/congressos/vi-congresso-2012/): Acesse e leia também o texto em PDF. - [V Congresso (2010)](https://ujc.org.br/congressos/v-congresso-2010/): Leia ou baixe a versão em PDF aqui. - [teste](https://ujc.org.br/teste-2/): CN UJC - [Início](https://ujc.org.br/): A luta pela redução da carga horária de trabalho sem redução salarial tem ganhado reverberação e apelo popular. Nacionalizada em 2022, durante um programa de TV da campanha eleitoral à presidência, a então candidata do PCB, Sofia Manzano, trouxe à tona o debate pelas 30 horas semanais como lei. Em 2023, essa campanha chega às massas com um debate simples e objetivo: “minha vida gira em torno do trabalho!”. Nessa lógica, cerca de 49 milhões de brasileiros, segundo o IBGE, vivem essa realidade: trabalham, em média, 44 horas semanais, em regime de escala 6×1, com um salário mínimo de R$ 1.621,00 por mês. - [Contato](https://ujc.org.br/contact/): Endereço: Rua da Lapa, n° 180, apto. 1006 – Rio de Janeiro, CentroTelefone / WhatsApp: +55 (88) 99657-3870E-mail: ujc.nacional@gmail.com - [Formação básica](https://ujc.org.br/formacao/): O Manifesto Comunista - [Resoluções Congressuais](https://ujc.org.br/congressos/): IX Congresso Nacional da UJC VIII Congresso Nacional da UJC VII Congresso Nacional da UJC VI Congresso Nacional da UJC V Congresso Nacional da UJC - [Nossa História](https://ujc.org.br/historia-da-uniao-da-juventude-comunista-ujc/): Difícil Infância ## Channel - [Vídeos](https://ujc.org.br/channel/videos/)