Localizado em Diamantina, no coração do Vale do Espinhaço, o Parque Estadual do Biribiri está sob ameaça de concessão à iniciativa privada pelo governo de Romeu Zema. A proposta, conduzida pelo Instituto Estadual de Florestas (IEF), prevê que áreas do parque sejam administradas por entidades privadas por até 30 anos, em um processo divulgado de forma limitada e com pouca participação popular. Diante da falta de transparência e dos obstáculos impostos à audiência pública — marcada em horário e local que dificultam o acesso dos trabalhadores — surgiu o movimento “O Biribiri é Nosso”, reunindo organizações e moradores de Diamantina para mobilizar a população em defesa desse patrimônio natural e histórico, reafirmando que o parque pertence ao povo e não deve ser privatizado.
Minas Gerais
Após 10 anos do crime-rompimento, as empresas responsáveis pela morte direta de 20 pessoas e pela destruição de inúmeros ecossistemas, territórios e culturas seguem impunes. Ao mesmo tempo, as populações atingidas continuam sem ter suas necessidades plenamente atendidas, diante de medidas de reparação ineficientes e promessas que não respondem de forma efetiva às demandas das e dos atingidos.
No dia 21 de outubro estudantes, técnicos e professores, vão às urnas manifestar sua posição na Consulta à Comunidade Universitária destinada a subsidiar o Colégio Eleitoral na elaboração da lista tríplice orientadora da escolha do Reitor e da Vice-Reitora da UFMG. Nesta consulta, a tão defendida paridade dos votos nas eleições para a Reitoria e […]
Conjuntura A conjuntura internacional é marcada pela ofensiva do capital imperialista, notadamente nos territórios Palestinos, em uma intensificação dos processos desde meados do século XX e um agravamento nos últimos 2 anos. No âmbito da América Latina, as recentes agressões estadunidenses à Venezuela alertam sobre a sanha do capital-imperialista, capitaneado pelos EUA, em expandir seus […]
O Movimento por uma Universidade Popular (MUP) e a União da Juventude Comunista (UJC) vêm a público esclarecer que não estamos participando do processo eleitoral de tiragem de delegados e delegadas para o 60º Congresso da União Nacional dos Estudantes (CONUNE) nem da Comissão de Construção do Congresso (C3) desta eleição na Universidade do Estado […]
A UEMG – presente em 19 cidades mineiras com 22 mil estudantes – está sob grave ameaça! Os projetos de lei 3.733/2025 (que autoriza vender nosso patrimônio imobiliário) e 3.738/2025 (que propõe EXTINGUIR a universidade) colocam em risco a educação pública, gratuita e autônoma em MG.
A Ocupação do antigo DOPS em Belo Horizonte é um ato de resistência e em memória dos assassinados pela Ditadura Militar. Mas hoje a ocupação está sob ataque, um ataque das forças policiais e repressoras que representam o que há de pior na herança autoritária que não foi superada pela Nova República. A transição da […]
A guarda patrimonial da UFJF tem sido alvo de denúncias por agressões, racismo e abordagens violentas, especialmente contra estudantes negros. Denunciamos a militarização do campus, a defesa de interesses comerciais em detrimento dos direitos estudantis e convocamos a comunidade acadêmica a se mobilizar por uma universidade livre da repressão.
A greve nas universidades brasileiras destaca a importância de mobilizações para garantir direitos e melhorias na educação pública. Mesmo com avanços tímidos e insuficientes, como o orçamento do Novo PAC, o cenário continua marcado por políticas econômicas neoliberais do governo Lula, insuficiência de infraestrutura e bolsas estudantis, e uma distribuição econômica desigual. A participação do Movimento Estudantil, como exemplificado pela atuação do CAMM na UFJF, é fundamental para fortalecer a luta por uma universidade popular. A recente gestão do DCE da UFJF, no entanto, mostrou-se aquém das necessidades, evidenciando a urgência de uma maior organização e mobilização dos estudantes.