Localizado em Diamantina, no coração do Vale do Espinhaço, o Parque Estadual do Biribiri está sob ameaça de concessão à iniciativa privada pelo governo de Romeu Zema. A proposta, conduzida pelo Instituto Estadual de Florestas (IEF), prevê que áreas do parque sejam administradas por entidades privadas por até 30 anos, em um processo divulgado de forma limitada e com pouca participação popular. Diante da falta de transparência e dos obstáculos impostos à audiência pública — marcada em horário e local que dificultam o acesso dos trabalhadores — surgiu o movimento “O Biribiri é Nosso”, reunindo organizações e moradores de Diamantina para mobilizar a população em defesa desse patrimônio natural e histórico, reafirmando que o parque pertence ao povo e não deve ser privatizado.
Estados
A realidade do transporte público em São Paulo revela, logo no início do ano, um padrão que sempre se repete: tarifas mais altas, serviços cada vez piores e o uso sistemático de recursos públicos para garantir os lucros das empresas do setor. Sob o discurso de “equilíbrio financeiro” e “gestão eficiente”, esconde-se um modelo que penaliza a classe trabalhadora e protege o capital privado, aprofundando a precarização do transporte e do cotidiano de milhões de pessoas. O transporte em São Paulo funciona como um grande mecanismo de transferência de dinheiro público para empresas privadas. Diante disso, coloca-se a necessidade de questionar esse modelo e afirmar a luta por um sistema estatal, gratuito e controlado pelo povo.
A Cabanagem foi uma das mais profundas revoltas populares do Brasil, expressando, durante o Período Regencial, a reação das camadas subalternas da Província do Grão-Pará contra a miséria, a exploração, a exclusão política e o domínio das elites imperiais, e deixando um legado de luta por justiça social e enfrentamento à ordem vigente.
O avanço da crise climática tem se manifestado de forma cada vez mais brutal no Rio de Janeiro, especialmente na Zona Oeste, onde ondas de calor acima dos 40°C escancaram os efeitos da exploração capitalista sobre a natureza. Ao mesmo tempo, esse cenário revela o abandono histórico das periferias, marcado pela ausência de políticas públicas, pela precariedade urbana e pelo descaso no acesso à água após a privatização da CEDAE, evidenciando como o lucro da burguesia se impõe sobre as condições mínimas de vida da classe trabalhadora.
Xerém vem passando por constantes crimes ambientais que atendem os interesses da burguesia imobiliária. Diversas áreas são desmatadas de maneira um tanto quanto suspeitas. A população organizada pela Associação de Moradores de Xerém se manifesta contra esses crimes e a UJC reafirma o compromisso com a luta anticapitalista e ambiental.
Após 10 anos do crime-rompimento, as empresas responsáveis pela morte direta de 20 pessoas e pela destruição de inúmeros ecossistemas, territórios e culturas seguem impunes. Ao mesmo tempo, as populações atingidas continuam sem ter suas necessidades plenamente atendidas, diante de medidas de reparação ineficientes e promessas que não respondem de forma efetiva às demandas das e dos atingidos.
Mãe cria, Estado mata: por um 20 de novembro antirracista e combativo No dia 20 de novembro, é celebrado no Brasil o Dia Nacional da Consciência Negra. Data instituída em 2011 e transformada em feriado nacional em 2023, remete ao dia em que foi morto o líder do Quilombo dos Palmares, Zumbi, no ano de […]
A maior chacina do estado do Rio de Janeiro é mais uma vez operada pela Polícia Militar do fascista Cláudio Castro (PL), com início das operações em plena terça-feira no Complexo do Alemão e no Complexo da Penha. A "megaoperação" segue o conhecido padrão de intervenção nas favelas que assassina o povo negro e pobre, mas é sobretudo uma jogada pré-eleitoral que faz parte da campanha da extrema-direita, da família Bolsonaro a Eduardo Paes, que reforçam a narrativa intervencionista para o combate ao "narcoterrorismo" encabeçada pelo imperialismo estadunidente.
No dia 21 de outubro estudantes, técnicos e professores, vão às urnas manifestar sua posição na Consulta à Comunidade Universitária destinada a subsidiar o Colégio Eleitoral na elaboração da lista tríplice orientadora da escolha do Reitor e da Vice-Reitora da UFMG. Nesta consulta, a tão defendida paridade dos votos nas eleições para a Reitoria e […]