“A solidariedade não é dar o que sobra, é compartilhar o que se tem.” — Fidel Castro Ruz Vivemos um momento histórico de profunda agudização das contradições do sistema capitalista. À medida que o império estadunidense entra em sua fase de decomposição relativa e perde a hegemonia inquestionável do mercado global, suas garras tornam-se ainda […]
Destaque
Diante de uma conjuntura marcada pelo avanço da extrema-direita, pela ofensiva neoliberal contra os direitos da classe trabalhadora e pelas ameaças à soberania nacional, reafirmamos a necessidade de organização da juventude na luta por educação, trabalho digno e direitos fundamentais. Em meio à disputa de projetos para o Brasil, cabe aos jovens assumir seu papel na construção de uma alternativa política comprometida com os interesses populares e com a emancipação da classe trabalhadora.
A extensão universitária tornou-se um dos principais terrenos de disputa dentro das universidades brasileiras. Longe de ser apenas uma atividade complementar, a extensão popular aponta para uma outra concepção de universidade: comprometida com as necessidades concretas do povo, articulada às lutas sociais e orientada pela transformação da realidade. Neste texto, instigamos os limites da extensão subordinada ao mercado e defendemos a extensão popular como eixo estruturante de uma universidade verdadeiramente pública, crítica e socialmente comprometida.
Da crise do imperialismo à escalada de guerras e à reorganização da extrema-direita no Brasil, estão em jogo processos que ajudam a explicar a precarização da vida, os ataques a direitos e a fragmentação das lutas. Compreender essas conexões é fundamental para situar o papel da juventude e da classe trabalhadora e apontar quais tarefas se colocam no período.
A escola é nossa:Ousar lutar por uma educação popular! Conjuntura Frente ao recrudescimento da crise capitalista e ao declínio da hegemonia norte-americana, o avanço da extrema-direita em escala global não pode ser compreendido apenas como um fenômeno isolado ou meramente cultural. Ele é expressão política da crise estrutural do capitalismo em sua fase imperialista e […]
O vestibular costuma ser apresentado como um mecanismo neutro de seleção baseado no mérito individual. No entanto, sua origem histórica e seus efeitos concretos revelam outra realidade: trata-se de um instrumento que organiza a competição entre estudantes para manter o acesso ao ensino superior restrito a poucos. Compreender como surgiu esse modelo ajuda a explicar por que defendemos seu fim e a construção de uma Universidade Popular, com acesso universal e sem a lógica excludente da competição eliminatória.
A revogação do Decreto n.º 12.600/2025, conquistada após a ocupação protagonizada por povos indígenas e comunidades ribeirinhas do Baixo e Médio Tapajós, representa uma importante vitória contra a privatização dos rios amazônicos. Mais do que um recuo pontual do governo, essa mobilização expressa uma resistência histórica em defesa dos territórios, das águas e dos modos de vida ameaçados pelo avanço do agronegócio e das grandes corporações. A luta no Tapajós revela que está em disputa não apenas uma questão ambiental, mas um projeto de país — entre a transformação da Amazônia em corredor logístico de exportação e a defesa da soberania popular, da justiça ambiental e do protagonismo dos povos originários.
Em meio ao cenário de violência extrema e exclusão que marca a vida da população trans e travesti, é preciso mais do que visibilidade simbólica: é preciso um compromisso radical com a transformação da realidade material. Para que o reconhecimento de janeiro não se esvazie em celebração desconectada da luta, é fundamental compreender os mecanismos concretos de opressão, os limites das políticas estatais e as alianças reacionárias que buscam barrar qualquer avanço. Este chamado parte de uma posição clara: a libertação só será possível pela organização coletiva e pela superação do sistema que perpetua todas as formas de violência.
A União da Juventude Comunista (UJC), juventude do Partido Comunista Brasileiro (PCB), vem a público expressar sua mais profunda solidariedade ao povo venezuelano diante dos covardes ataques com bombas ocorridos em Caracas. A Venezuela é uma nação rica em recursos, morada de um povo aguerrido que não se curvará diante de qualquer ataque oportunista.