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Reorganização da UJC no Pará

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A reconstrução da UJC no Pará representa um passo fundamental para reorganizar a juventude trabalhadora diante dos desafios sociais, ambientais e políticos que marcam a realidade amazônica. Em um estado profundamente impactado pela exploração capitalista de seus recursos naturais e pelo agravamento das desigualdades sociais, torna-se urgente fortalecer uma juventude crítica, organizada e comprometida com a transformação revolucionária da sociedade. É nesse sentido que apresentamos esta nota de reconstrução da UJC no Pará, reafirmando o papel da juventude na luta por justiça social, soberania popular e pela defesa dos povos e da Amazônia.

Oriente Médio em chamas e manchado de sangue: esse é o plano de paz de Trump e Netanyahu

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A cada nova ação tática do governo norte-americano, fica mais nítido sua verdadeira estratégia: dominar os recursos energéticos do mundo pintando-o de sangue. Com esse objetivo, têm uma histórica aliança com o Estado de Israel e seu projeto de colonização no Levante, em especial na Palestina histórica.

Defender os rios é defender nosso futuro! A luta pela Amazônia continua

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A revogação do Decreto n.º 12.600/2025, conquistada após a ocupação protagonizada por povos indígenas e comunidades ribeirinhas do Baixo e Médio Tapajós, representa uma importante vitória contra a privatização dos rios amazônicos. Mais do que um recuo pontual do governo, essa mobilização expressa uma resistência histórica em defesa dos territórios, das águas e dos modos de vida ameaçados pelo avanço do agronegócio e das grandes corporações. A luta no Tapajós revela que está em disputa não apenas uma questão ambiental, mas um projeto de país — entre a transformação da Amazônia em corredor logístico de exportação e a defesa da soberania popular, da justiça ambiental e do protagonismo dos povos originários.

O Parque Estadual do Biribiri corre perigo

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Localizado em Diamantina, no coração do Vale do Espinhaço, o Parque Estadual do Biribiri está sob ameaça de concessão à iniciativa privada pelo governo de Romeu Zema. A proposta, conduzida pelo Instituto Estadual de Florestas (IEF), prevê que áreas do parque sejam administradas por entidades privadas por até 30 anos, em um processo divulgado de forma limitada e com pouca participação popular. Diante da falta de transparência e dos obstáculos impostos à audiência pública — marcada em horário e local que dificultam o acesso dos trabalhadores — surgiu o movimento “O Biribiri é Nosso”, reunindo organizações e moradores de Diamantina para mobilizar a população em defesa desse patrimônio natural e histórico, reafirmando que o parque pertence ao povo e não deve ser privatizado.

Governo Lula, envie ajuda para Cuba! A luta por soberania é internacional!

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Nos marcos da ofensiva imperialista que ameaça toda a América Latina, hoje concentrada na asfixia de Cuba, a principal arma dos EUA tem sido a privação de alimentos, medicamentos e energia ao povo cubano. Diante das agressões que deixam a ilha sem acesso a suprimentos básicos, o governo federal avalia o envio de ajuda humanitária, como medicamentos e alimentos. No entanto, é preciso reconhecer que há mais a ser feito — e que podemos e devemos avançar além dessas medidas.

A escola é nossa! Ousar lutar por uma educação popular

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A escola que temos hoje atende aos interesses do mercado — não aos da juventude trabalhadora. Diante dos ataques à educação básica, é hora de ir além da resistência e disputar um novo projeto: a Escola Popular. No 46º CONUBES, é momento de apresentar propostas, fortalecer a organização e afirmar o papel do movimento secundarista na transformação da realidade das escolas.

Liberdade para Mohammed Khatib! Coordenador da Rede Samidoun na Europa é detido na Grécia

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Governo grego, que tem intensificado cada vez mais as relações econômicas e militares com a ocupação sionista, declara a presença de Khatib "inadmissível" por motivos de "segurança nacional". Sobre a detenção, a Rede de Solidariedade com Prisioneiros Palestinos Samidoun declara que "esses ataques são parte integrante da cumplicidade imperialista e do envolvimento direto no genocídio"; e que os ataques à Samidoun são "parte da perseguição aos quase 10.000 palestinos presos em prisões da ocupação".

Basta de ataques racistas e islamofóbicos! Declarações contra os palestinos no Brasil se assemelham ao discurso supremacista da Ku Klux Klan

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Declarações recentes e ações políticas no Brasil e no exterior vêm reforçando ataques racistas e islamofóbicos contra palestinos e seus apoiadores, além de tentar deslegitimar e criminalizar a solidariedade internacional. Em meio a esse cenário, ganha força a denúncia dessas posições, a exposição de seus vínculos com ideologias supremacistas e o chamado à organização e à defesa ativa das comunidades palestinas, de sua memória, cultura e luta por justiça.

Em janeiro e no ano inteiro: organizar a luta pela emancipação das pessoas trans e travestis

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Em meio ao cenário de violência extrema e exclusão que marca a vida da população trans e travesti, é preciso mais do que visibilidade simbólica: é preciso um compromisso radical com a transformação da realidade material. Para que o reconhecimento de janeiro não se esvazie em celebração desconectada da luta, é fundamental compreender os mecanismos concretos de opressão, os limites das políticas estatais e as alianças reacionárias que buscam barrar qualquer avanço. Este chamado parte de uma posição clara: a libertação só será possível pela organização coletiva e pela superação do sistema que perpetua todas as formas de violência.